domingo, 9 de outubro de 2016

discurso do Desembargador Joatan, para o Professor Aroldo Murá, quando do lançamento do livro "Vozes do Paraná, vol.8-Retratos Paranaenses"

Minha ilustre amiga Senhora Anita Zippin, DD Presidente da Academia de Letras José de Alencar.
Cara amiga Senhora Ana Terezina Vicente, ilustre Diretora deste charmoso Espaço Cultural, que nos é franqueado pelo BRDE.
Dileto amigo Dr. Luiz Fernando Queiroz, nosso confrade, grande incentivador da Cultura paranaense.
Demais membros da Mesa de Honra.
Querido amigo Professor Aroldo Murá Gomes Haygert.
Personalidades retratadas nesta edição, aqui presente, familiares, amigos, senhoras e senhores.
Primeiro quero agradecer ao BRDE pela gentil cessão que nos faz deste espaço cultural, não só nesta ocasião, mas, permanentemente, vez que aqui temos realizado as nossas reuniões e atividades culturais da ALJA.
Apraz-me, também, parabenizar a todos que são “Vozes do Paraná”, especialmente aqueles que a partir deste momento, em que é lançada esta edição, passam a compor este universo de personalidades destacadas e que foram objeto da pena magistral do Professor Aroldo.
Peço licença para homenagear a nossa querida Presidente Anita Zippin, que compõe com os senhores esta edição e destacar a permanente ação jornalística, poética e cultural, que ela desenvolve com leveza, simpatia equilíbrio e serenidade, incentivando e apoiando a todos que dela se acercam.
Caro amigo Professor Aroldo, é com muita honra e satisfação que exerço a prerrogativa de saudá-lo nesta oportunidade.
E o faço com júbilo, porque sei que ao fazê-lo estarei significando o sentimento não só de todos os membros da Academia de Letras José de Alencar, mas de todos aqueles que o conhecem, com o senhor conviveram e convivem; os que foram seus alunos, seus discípulos, seus colegas, seus amigos.
O Senhor, Professor, todos sabemos, é pessoa generosa que sempre auxiliou e orientou os seus alunos, que verdadeiramente se mostraram interessado nas disciplinas do curso.
Foi mestre, orientador e corregedor de todos: de colegas, de amigos e de auxiliares que iniciando na profissão dependeram de seus ensinamentos, incentivos e orientações.
É sobremodo significativa a sua contribuição jornalística, literária e cultural. Seu permanente apoio às mais diversas manifestações culturais e iniciativas sociais engrandecem a sua imagem de jornalista, homem público e cidadão.
Essa sua preocupação com o bem comum, com os avanços sociais da comunidade e com a disseminação da ética social e universal, reflete-se em suas ações e explicam a razão que o levou à criação, em 1995, do Instituto Ciência e Fé.
Tudo isso, aliado a uma singular trajetória jornalística!
Na década de 60 até o início dos anos 70 atuou no Diário do Paraná, da Rede dos Diários Associados. De 1974 a 1985 fez com que o semanário Voz do Paraná se tornasse leitura obrigatória e, transformou a partir de 1986 o Jornal Indústria e Comércio em um periódico de grande qualidade jornalística e informativa.
O pouco que aqui relato, mas que representa muito de sua atividade cultural, justifica a nosso respeito e admiração por seu trabalho; mas, cabe-me mais especificamente, destacar essa sua publicação, que ora alcança a oitava edição.
Trata-se de um trabalho multidisciplinar; ao tempo em que é uma obra jornalística e cultural é, igualmente, uma produção no domínio da historiografia.
De se indagar, história de contemporâneos??? Muitos dos quais jovens o bastante para alargar, significativamente, tudo que até aqui fizeram de relevante?
Exatamente!!! Aí reside a importância, singularidade e ineditismo do seu trabalho. Vivemos uma época espetacular em que os acontecimentos chegam ao conhecimento de todos cada vez mais próximos do ocorrido, muitas vezes em tempo real.
Os comunicadores tem consciência de que o relato é mais suscetível de equívocos e enganos quanto mais distante estiver do fato. Somos carentes, em nosso país, de exemplos de trajetórias de sucesso, de práticas enriquecedoras, que orientem a todos e inspirem os jovens. E, é exatamente neste aspecto que o seu trabalho é pródigo.
Por fim, devo dizer que, dada as circunstâncias, coube-me apenas esboçar brevemente um rápido contorno de que é a sua obra e da contribuição com a qual o senhor nos brinda.
Na verdade, Professor Aroldo, o Senhor é a grande voz que contribui para animar esse universo de vozes que ressoam nas terras paranaenses.
Por isso é que lhe dirigimos estas singelas palavras, com muito carinho, respeito e sinceridade; e salientamos que a homenagem que lhe prestamos, com o voto de louvor, embora se trate de mero cartão com dizeres elogiosos, não é só isso; cada palavra, cada pedaço do papel que o compõe está revestida do nosso agradecimento e admiração por sua obra e sua trajetória.




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