
A Academia de Letras José de Alencar começou como Associação de Cultura José de Alencar, em 04 de outubro de 1939, em Curitiba, Paraná. Atual presidente: Dra. Anita Zippin
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terça-feira, 30 de maio de 2017
Dr. Casillo, Curador do Solar do Rosário
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maio 30, 2017
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
Em tempos difíceis
A ética da sobrevivência
A pirâmide de Maslow é uma sugestão
de crescimento diante de um ambiente social num ambiente equilibrado. E quando
tudo se desmancha em volta? Em situações extremas a maioria dos seres humanos
desce ao piso mais selvagem. Errado?
De alguma forma a Natureza testa seus
componentes e daqueles submetidos às piores situações o resultado tem sido a
ascensão posterior de pessoas extraordinárias, se razoavelmente sadias.
Lutar por si é uma quase exigência
natural diante de todas as possibilidades de destruição. Desde desastres
provocados pelo ser humano até catástrofes naturais e monumentais, por todo
lado a humanidade já passou por violências incríveis, com reduções drásticas de
população.
A sobrevivência torna-se o resultado
de esquecer, superar, contornar dores imensas.
O medo, tem sentido? É justo?
Dentro da compulsão à sobrevivência o
ser humano sente medo, ou seja, a mensagem íntima de sua existência poderá
terminar. Não é natural querer sofrer ou morrer e isso só aparece em situações
extremas ou após processos educacionais alienantes, sempre prometendo
recompensas etéreas.
Queremos viver.
Nossos instintos só negam a vida
quando sentimentos de baixíssimo amor próprio dominam nossas mentes ou somos o
produto de processos de lavagem intelectual, algo fácil de ver entre torcidas
organizadas. Os métodos de fanatizarão não se restringem a motivações nobres, o
que é assustador.
Basicamente se educamos nossos filhos
a querer viver estaremos lhes ensinando a cuidar de suas vidas em ambientes
onde provocações maldosas devem ser superadas.
Devemos também mostrar que o padrão
moral mais íntimo é pessoal, singular. Todos, sem exceção, formam códigos
pessoais de conduta com a interpretação própria do significado das palavras que
utilizam. Nesse sentido o livro Arqueologia do Saber (Foucault, A
Arqueologia do Saber) é de leitura e reflexões obrigatórias,
pois precisamos sempre lembrar que a compreensão exata das palavras que usamos
é algo pessoal e intransferível, pois quem nos ouve, lê, estuda etc. terá seu
dicionário embutido em sua cabeça (Wittgenstein) .
Criamos, portanto, um Ética
Instintiva.
Com certeza nossos padrões podem
variar, mas querer a felicidade e a vida com qualidade é algo natural. Sejam
quais forem os argumentos e estereótipos procuraremos coerência com aquilo que
acreditamos realmente, na dimensão de nossos instintos e crenças pessoais.
Finalizando um esboço de livro
Viver é um projeto pessoal, singular,
exclusivo que todo ser material decide, ou melhor, escolhe a partir de sua
origem, educação, saúde etc.
A complexidade e irreversibilidade de
muitas decisões exigem a cada passo o máximo de consciência sobre si mesmo, se
isso estiver ao alcance do ser eventualmente pensante.
Podemos escalonar passos, devemos saber
e aceitar riscos para não termos arrependimentos que romancistas de primeira
linha descreveram em livros geniais, ou seja, é fundamental responder
permanentemente:
a) Quem sou eu
b) O que eu quero ser
c) O que posso ser
d) Como atingir meus sonhos e projetos
e) Ser feliz e disposto a pagar o preço
das decisões tomadas
A felicidade é um objetivo real e
supremo e nesse caminho a crença religiosa poderá protelar esse estado de
alegria para o outro mundo. Ao longo da história da Humanidade o culto ao medo (Cascaes,
Procurando Saber, Entender, Aprender Filosofia, História e Sociologia - SEM
CENSURA) ,
a crença em pecados e a angústia de existir convenceram grandes nações a
optarem pela vida pobre, miserável, imaginando riquezas no outro mundo.
Com certeza a vida ruim torna a morte
bem-vinda, e vice-versa. Viver bem e morrer tranquilamente só serão possíveis
se desenvolvermos disciplina intelectual e tranquilidade ética, moral e
comportamental de modo a não termos arrependimentos.
Vivemos em tempos esfuziantes,
inebriantes, entorpecidos pelas luzes e nos desafios das cidades. Com
facilidade poderemos trilhar caminhos artificiais e pretendermos afirmação
pessoal esquecendo a importância e prazeres de uma família saudável, por
exemplo.
Precisamos de desafios, carecemos de
situações que temperem a personalidade, são essenciais àqueles que sonham ter
orgulho de suas vidas. Subir a montanha é gostoso, apesar dos riscos de
acidentes. O essencial, contudo, é termos consciência do custo dessas
aventuras. Nada mais triste do que o arrependimento.
Ética, moral, religião, ideologia,
hábitos e modelos formam figurinos. À nossa volta poderemos identificar padrões
e consequências...
João Carlos Cascaes
Curitiba, 4 de maio de 2017
Cascaes, João Carlos. s.d.
<http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/>.
Foucault, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio
de Janeiro: Editora Forense Universitária Ltda., 2010.
Wittgenstein, Ludwig. OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS.
s.d. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2016/09/ludwig-wittgenstein-observacoes.html>.
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maio 04, 2017
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
A ética da sobrevivência
A ética da sobrevivência
A ética da sobrevivência
A pirâmide de Maslow (Google) é uma sugestão de
crescimento diante de um ambiente social num cenário equilibrado. E quando tudo
se desmancha em volta? Em situações extremas a maioria dos seres humanos desce
ao piso mais selvagem. Errado?
De alguma forma a Natureza testa seus
componentes e daqueles submetidos às piores situações, o resultado tem sido a
ascensão posterior de pessoas extraordinárias, se razoavelmente sadias.
Lutar por si é uma quase exigência
natural diante de todas as possibilidades de destruição. Desde desastres
provocados pelo ser humano até catástrofes naturais e monumentais, por todo
lado a Humanidade já passou por violências incríveis, com reduções drásticas de
população.
A sobrevivência torna-se o resultado
de esquecer, superar, contornar dores imensas.
O medo, tem sentido? É justo?
Dentro da compulsão à sobrevivência o
ser humano sente medo, ou seja, a mensagem íntima de sua existência poderá
terminar. Não é natural querer sofrer ou morrer e isso só aparece em situações
extremas ou após processos educacionais alienantes, sempre prometendo
recompensas etéreas.
Queremos viver.
Nossos instintos só negam a vida
quando sentimentos de baixíssimo amor próprio dominam nossas mentes ou somos o
produto de sistemas de lavagem intelectual, algo fácil de ver entre torcidas
organizadas. Os processos de dominação intelectual não se restringem a
motivações nobres, o que é assustador.
Basicamente se educamos nossos filhos
a querer viver estaremos lhes ensinando a cuidar de suas vidas em ambientes
onde provocações devem ser superadas.
Devemos também mostrar que o padrão
moral mais íntimo é pessoal, singular. Todos, sem exceção, formam códigos
pessoais de conduta com a interpretação própria do significado das palavras que
utilizam. Nesse sentido o livro Arqueologia do Saber (Foucault) é de leitura e
reflexões obrigatórias assim como livro (OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS) de um gênio
precursor da teoria da comunicação – Ludwig Wittgenstein (Wikipédia) , pois precisamos
sempre lembrar que a compreensão exata das palavras que usamos é algo pessoal e
intransferível, pois quem nos ouve, lê, estuda etc. terá seu dicionário
embutido em sua cabeça.
Criamos, portanto, um Ética
Instintiva.
Com certeza nossos padrões podem
variar, mas querer a felicidade e a vida com qualidade é algo natural. Sejam
quais forem os argumentos e estereótipos procuraremos de coerência com aquilo
que acreditamos realmente, na dimensão de n ossos instintos e crenças pessoais.
João Carlos Cascaes
Curitiba, 23 de janeiro de 2017
Foucault, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio
de Janeiro: Editora Forense Universitária Ltda., 2010.
Google. Imagens de pirâmide de maslow. s.d.
<https://www.google.com.br/search?q=pir%C3%A2mide+de+maslow&rlz=1C1ASUC_enBR623BR623&espv=2&biw=1331&bih=686&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwj5oMmnwNjRAhXLHpAKHecHASEQsAQIHA>
.
Wikipédia. Ludwig Wittgenstein. s.d.
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein>.
Wittgenstein, Ludwig. OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS.
s.d. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2016/09/ludwig-wittgenstein-observacoes.html>.
A pirâmide de Maslow (Google) é uma sugestão de
crescimento diante de um ambiente social num cenário equilibrado. E quando tudo
se desmancha em volta? Em situações extremas a maioria dos seres humanos desce
ao piso mais selvagem. Errado?
De alguma forma a Natureza testa seus
componentes e daqueles submetidos às piores situações, o resultado tem sido a
ascensão posterior de pessoas extraordinárias, se razoavelmente sadias.
Lutar por si é uma quase exigência
natural diante de todas as possibilidades de destruição. Desde desastres
provocados pelo ser humano até catástrofes naturais e monumentais, por todo
lado a Humanidade já passou por violências incríveis, com reduções drásticas de
população.
A sobrevivência torna-se o resultado
de esquecer, superar, contornar dores imensas.
O medo, tem sentido? É justo?
Dentro da compulsão à sobrevivência o
ser humano sente medo, ou seja, a mensagem íntima de sua existência poderá
terminar. Não é natural querer sofrer ou morrer e isso só aparece em situações
extremas ou após processos educacionais alienantes, sempre prometendo
recompensas etéreas.
Queremos viver.
Nossos instintos só negam a vida
quando sentimentos de baixíssimo amor próprio dominam nossas mentes ou somos o
produto de sistemas de lavagem intelectual, algo fácil de ver entre torcidas
organizadas. Os processos de dominação intelectual não se restringem a
motivações nobres, o que é assustador.
Basicamente se educamos nossos filhos
a querer viver estaremos lhes ensinando a cuidar de suas vidas em ambientes
onde provocações devem ser superadas.
Devemos também mostrar que o padrão
moral mais íntimo é pessoal, singular. Todos, sem exceção, formam códigos
pessoais de conduta com a interpretação própria do significado das palavras que
utilizam. Nesse sentido o livro Arqueologia do Saber (Foucault) é de leitura e
reflexões obrigatórias assim como livro (OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS) de um gênio
precursor da teoria da comunicação – Ludwig Wittgenstein (Wikipédia) , pois precisamos
sempre lembrar que a compreensão exata das palavras que usamos é algo pessoal e
intransferível, pois quem nos ouve, lê, estuda etc. terá seu dicionário
embutido em sua cabeça.
Criamos, portanto, um Ética
Instintiva.
Com certeza nossos padrões podem
variar, mas querer a felicidade e a vida com qualidade é algo natural. Sejam
quais forem os argumentos e estereótipos procuraremos de coerência com aquilo
que acreditamos realmente, na dimensão de n ossos instintos e crenças pessoais.
João Carlos Cascaes
Curitiba, 23 de janeiro de 2017
Foucault, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio
de Janeiro: Editora Forense Universitária Ltda., 2010.
Google. Imagens de pirâmide de maslow. s.d.
<https://www.google.com.br/search?q=pir%C3%A2mide+de+maslow&rlz=1C1ASUC_enBR623BR623&espv=2&biw=1331&bih=686&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwj5oMmnwNjRAhXLHpAKHecHASEQsAQIHA>
.
Wikipédia. Ludwig Wittgenstein. s.d.
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein>.
Wittgenstein, Ludwig. OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS.
s.d. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2016/09/ludwig-wittgenstein-observacoes.html>.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
Aprendendo a pensar
Exercitando o cérebro e
aprendendo – círculo de debates e tolerância
Aprendi com meu pai (Pedro
Cascaes) a arte do diálogo livre, calmo e sem ofensas. Ele foi meu grande
mestre sem agregar a suas colocações qualquer rótulo ou chavão. Infelizmente
faleceu em 1966, que falta fez...
Passei no vestibular em Itajubá,
o IEI (1) , o que era o sonho dele
(eletricista e filho de eletricista (João Cascaes)), talvez na esperança de um
dia eu voltar e continuar seu principal trabalho, cuidar da família partindo da
lojinha de material elétrico que ele tinha em Blumenau (Instaladora de
Blumenau). Se estivesse vivo quando me formei provavelmente essa seria uma
opção tentadora, mas eu queria fazer minha vida, na época já casado e com uma esposa
e filha muito queridas. Minha irmã (Sônia Maria) comandava com sucesso o que
assumira ainda estudante de Direito...
Itajubá, no sul de Minas Gerais,
tinha o privilégio de ser a cidade do Instituto de Engenharia de Itajubá, que
antes de 1968 foi transformada em Escola Federal de Itajubá (EFEI) para depois
submergir entre muitas faculdades da UNIFEI. Era considerada uma das melhores
entre as muito poucas fábricas de engenheiros eletromecânicos, dividida ao
longo da década de sessenta entre Eletrotécnica e Mecânica, mas chegando a 1968
(quando concluí meu curso e comecei a trabalhar na Copel, sem esperar o diploma
que só foi entregue após os exames para aqueles que ficaram em segunda época no
início de 1969) praticamente formando engenheiros eletromecânicos, um curso
pouco diferente do original. Logo que pude vim para casa (Blumenau) para
assistir a formatura de minha irmã Sônia Maria em Florianópolis e em seguida me
apresentei em Curitiba para garantir um salário que simplesmente era
indispensável... O salário atrasou um mês e assim passei meu primeiro Natal e
Ano Novo em Maringá, a centenas de quilômetros de minha esposa e filha. Valeu
pois aprendia técnicas e problemas de uma usina diesel com alguns desafios
operacionais, além de mais uma vez exercitar um caráter que precisou de muitos
anos para se consolidar (alguns têm a felicidade de nascerem “perfeitos”, não
era o meu caso).
Em Itajubá deixei de ser criança.
Lá perdi o primeiro vestibular numa sequência de exames que praticamente tinha
superado, derrubado por três partidas de canastra real (5 mil pontos cada uma)
na manhã da prova que eu melhor saberia superar, esqueci até a fórmula da
circunferência do círculo à tarde diante de questões simples. Graças a isso fui
passar uns dias na Cidade do Rio de Janeiro com a Sônia Maria em casa de uma
tia e depois meus pais, apertando o orçamento familiar, mandaram-me fazer um “cursinho”
em São Paulo, o Di Tullio (2) , onde entre as aulas
jogávamos pedaços de giz na cabeça de quem passava pela calçada em frente do
prédio em que estávamos na Rua Conde de Sarzedas...
Terminei o ano sem muita
convicção do que pretendia ser e assim me inscrevi em cinco vestibulares, mais
uma vez assustando meus pais pois as cópias dos documentos necessários para
inscrição eram caras... sonhava em ser piloto da FAB mas antes de qualquer
coisa era fundamental atender quem me patrocinava no sentido lato da palavra.
Passei no IEI e do alto da
elevação onde o Hotel Glória me hospedava fiquei pensando se ficava alegre ou
triste, deveria residir em uma cidade muito pequena e longe de Blumenau,
Florianópolis e Laguna (cidades onde tinha minhas raízes).
O povo de Itajubá foi uma
revelação extremamente positiva, principalmente pela qualidade intelectual cultural,
comportamental, com destaque para a tolerância aos jovens que lá chegavam para
estudar. Que paraíso que fui compreendendo aos poucos, principalmente uma
década tão complexa quanto aquela.
1964 foi o ano da revolução,
golpe, quartelada ou o que historiadores e especialistas queiram dizer, um ano
muito diferente daqueles em que a República foi proclamada e registros
confiáveis e romances tão bons quanto o Guerra no Fim do Mundo de Mário Vargas Llosa
descrevem o que aconteceu à época... O povo brasileiro não gostou dos tempos da República “Café com
Leite” e assim novas ditaduras aconteceram, ou melhor, sempre existiram. Pior ainda
foi o desgaste financeiro, material, moral, desmontando sentimentos de unidade
que exigiram tanto de nossos imperadores e levaram até ao Altar da Pátria as
bandeiras de um país dividido, unido pela força do DIP e os porões e calabouços
do período Vargas. A democracia após a Segunda Guerra (1945 a 1964) foi o
resultado do modelo imposto pelos EUA, antes de mais nada.
Bem, após essa “introdução” vamos
ao Círculo de Debates que eu e alguns amigos, entre eles três sargentos do
Batalhão de Engenharia e dois padres, gradativamente aderindo, o Armando Moreira
com excelente memória saberá dizer os nomes e detalhes melhores, formamos no
quarto da República em que eu vivi quase três anos.
Que maravilha!
A regra desse grupo era simples,
todos podiam fazer qualquer afirmação, ninguém podia se exaltar com ela, e
todos deviam testar o que fora dito criando um ambiente de discussão extremamente
agradável, pois o sectarismo e a agressividade não eram permitidos. Aprendemos o valor da dúvida e quanto existia
para estudar e aprender. Naquela época filósofos (3) extraordinários
construíam a reação às certezas de ideologias assassinas.
Pessoalmente fortaleci conceitos
que, entre muitos espaços, testei antes no Colégio Santo Antônio no intervalo
de aulas com amigos confidentes e na saudosa Academia de Oratória Frei Mont’ Alverne
[ (4) , (5) ] idealizada pelo
Frei Odorico Durieux (6) .
Para minha felicidade, além disso,
vivi cinco anos em Itajubá aprendendo a arte da tolerância e da fraternidade,
qualidades típicas do que existe de melhor em Minas Gerais, principalmente
naquela cidade universitária em que fiz Engenharia. Quanto ao Círculo de
Debates vale um conselho, se é que isso funciona em ambientes tão oportunistas
quanto os da Política, mas certamente válidos para escolas em qualquer nível,
estimulem o debate e a liberdade de pensamento, fujam das certezas, elas são a
matéria prima de quase todas as violências que a Humanidade enfrentou e parece agora
turbinar de muitas maneiras.
Cascaes
16.4.2015
1. Cascaes, João Carlos. Imagens de Itajubá
e da festa de 40 anos da turma formada em 1968 pela EFEI, IEI quando começamos.
[Online] http://engenhariaitajuba1968historiaeimagens.blogspot.com.br/.
2. Passos, Santos.
Di Tullio. Meu Bazar de Ideias. [Online] 20 de 8 de 2006.
http://santospassos.blogspot.com.br/2006/08/di-tullio.html.
3. Cascaes, João
Carlos. Procurando Saber, Entender, Aprender Filosofia, História e
Sociologia - SEM CENSURA. [Online]
http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.
4. Academia de
Oratória Mont’Alverne. Bom Jesus / Cultura. [Online] [Citado em: 16 de 4
de 2015.] http://www.bomjesus.br/cultura/projetos_exibir.vm?id=20641150.
5. Francisco do
Monte Alverne. Eikipédia. [Online]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_do_Monte_Alverne.
6. Luz, Gervásio. O
pensamento vivo de Frei Odorico - Um bem amado . Livros e Filmes Especiais. [Online]
NOVA LETRA.
http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2014/11/o-pensamento-vivo-de-frei-odorico-um.html.
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abril 16, 2015
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