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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Os pecados capitais - vale lembrar

Pecado capital

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados capitais tratam de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios, que precedem o surgimento do cristianismo, mas que foram usadas mais tarde pelo catolicismo com o intuito de educar os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano e assim se aproximar de Deus.
Igreja Católica classificou e selecionou os pecados da seguinte forma: a tríplice concupiscência que é a raiz dos pecados capitais; pecados capitais que são os pais dos outros vícios; pecados veniais que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão e os pecados mortais que são merecedores de condenação por ferirem os dez mandamentos de Deus.[1] A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.
Índice
Os sete pecados capitais[editar | editar código-fonte]
A gula é o desejo insaciável por comida e bebida. Segundo tal visão, a gula também está relacionada com o egoísmo humano: querer adquirir sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. A gula seria controlada pelo recurso à virtude da temperança.
A avareza ou ganância é o apego excessivo e descontrolado aos bens materiais e ao dinheiro.Pois o avarento prefere os bens materiais ao convívio com Deus. Neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria, que significa tratar como se fosse Deus algo que não o é. É considerado o pecado mais tolo, por se firmar em possibilidades.
A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer corporal e material. A luxúria é definida, por vezes, como desejo perante o prazer sexual mal administrado, embora incorpore outros tipos de desejo, como o da comida, o da bebida e o da superioridade em relação aos demais. Por este entender, a luxúria está também bastante relacionada com a gula, a soberba e a avareza, pois, através de ambas, o pecador deseja adquirir o prazer. Também pode ser entendida em seu sentido original: “deixar-se dominar pelas paixões”.
Conhecida também por cólera, é o sentimento humano de externar raiva e ódio por alguma coisa ou alguém. É o forte desejo de causar mal a outrem e um dos grandes responsáveis pela maior parte dos conflitos humanos no transcorrer das gerações. Sua virtude é o Perdão.
A inveja (do latim invidia) 'é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. É considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual. O invejoso ignora tudo com que foi abençoado e que possui, para cobiçar o que é do próximo.
A inveja é frequentemente confundida com o pecado capital da avareza, um desejo por riqueza material que pode ou não pertencer a outrem. Na forma de ciúme, a inveja é proibida pelos Dez Mandamentos da Bíblia.
Do latim acedia. A pessoa com este pecado capital é caracterizada pela Igreja Católica como alguém que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva a uma inatividade acentuada.
A soberba (do latim superbia) é conhecida também como vaidade ou orgulho. Está associada a orgulho excessivo, arrogância e vaidade. A Soberba consiste em ser superior a todos, isso fez com que Lúcifer se sentisse mais alto que o propio Deus.
Em paralelo, segundo o teólogo São Tomás de Aquino, a soberba era um pecado tão grande que ficava fora de série, devendo ser tratada em separado dos restantes pecados e merecendo atenção especial. Aquino tratava a questão da vaidade como sendo um pecado em separado, mas a Igreja Católica decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, o que levaria ao seu estudo e ao seu tratamento conjuntos.
Nome em Latim[editar | editar código-fonte]
1.    Soberba, em latim superbia
2.    Avareza, em latim avaritia
3.    Luxúria, em latim luxuria
4.    Inveja, em latim invidia
5.    Gula, em latim gula
6.    Ira, em latim ira
7.    Preguiça, em latim acedia
Com as iniciais destas palavras latinas, formava-se o termo saligia, utilizado como referência aos pecados capitais como um só.
Segundo Papa Gregório I[editar | editar código-fonte]
No final do século VI o Papa Gregório I reduziu a lista a sete itens, juntando "vaidade" e "orgulho" (ou "soberba"), e trocando "acídia" (ou "preguiça") por "indolência" e "melancolia" por "inveja". Para fazer sua própria hierarquia, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam ao amor:
1.    Orgulho
2.    Inveja
3.    Ira
4.    Indolência
5.    Avareza
6.    Gula
7.    Luxúria
Segundo Tomás de Aquino[editar | editar código-fonte]
Mais tarde, outros teólogos, entre eles, Tomás de Aquino analisaram novamente a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a igreja substituiu "melancolia" – considerado um pecado demasiado vago – por "preguiça".
A lista de Tomás de Aquino dos pecados capitais era:
·        Vaidade
·        Inveja
·        Ira
·        Acídia
·        Avareza
·        Gula
·        Luxúria
Os pecados são diretamente opostos às sete virtudes, que pregam o exato oposto dos sete pecados capitais.
Comparação com os demônios[editar | editar código-fonte]
Em 1589Peter Binsfeld comparou cada um dos pecados capitais com seus respectivos demônios seguindo os significados mais usados. De acordo com Binsfeld's Classification of Demons, esta comparação segue o esquema:
·        Asmodeus - Luxúria
·        Belzebu - Gula
·        Mamon - Ganância
·        Belphegor - Preguiça
·        Belial - Ira
·        Leviatã - Inveja
·        Lúcifer - Orgulho
Dante Alighieri e o Malebolge[editar | editar código-fonte]
Na primeira parte da Divina Comédia, Inferno, Dante teve que descer os nove andares do chamado Malebolge (um Inferno em funil). Cada um era dedicado a um pecado, e quanto mais baixo mais graves eram. Os pecados eram: Soberba, Avareza, Luxúria, Inveja, Gula, Ira, Preguiça, Heresia e Mentira.
Culto a demônios. A heresia seria a crença em qualquer outro deus se não Deus, que seriam vistos como demônios. Um herege não tinha fé em Deus, fazendo da heresia um pecado que levava a alma diretamente ao Inferno. Toda e qualquer religião, culto ou crença que não contempla o Deus Judaico-Cristão é considerada pelos cristãos como herege.
Distorcer a verdade. A mentira é um pecado gravíssimo, pois uma pessoa pode mentir por diversos motivos, a maioria pecados. Um mentiroso não cumpre um dos seus deveres para com Deus: a confissão.
Papa Bento XVI[editar | editar código-fonte]
Segundo Bento XVI, além da Saligia, os humanos teriam desenvolvido sete pecados capitais modernos. Eles são:
1.    Pressa: uma pessoa apressada não tem tempo para Deus. A Pressa origina Ira e causa acidentes.
2.    Manipulação genética: isso seria "brincar de Deus", algo inaceitável.
3.    Interferir no Meio Ambiente: adicionar imperfeições na Criação de Deus.
4.    Causar pobreza: retirar dinheiro dos outros por Avareza.
5.    Ser muito rico: causa desigualdade social, o que é inaceitável pois todos são iguais perante Deus.
6.    Usar drogas: interferir em seu organismo.
7.    Causar injustiça social: preconceito e bullying, em sua maioria.
O Vaticano divulgou essa lista ainda neste século, sendo eles os pecados capitais do Século XXI.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Um CV fraco da Dra. Luislinda de Valois

Luislinda Valois

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Luislinda Dias de Valoá Santos
Secretária de Promoção da Igualdade Racial do Brasil Brasil
Períodode 13 de junho de 2016
até atualidade
Ministro da JustiçaAlexandre de Moraes
Vida
Nascimento20 de janeiro de 1942 (75 anos)
SalvadorBABrasil
Nacionalidade brasileira
Luislinda Dias de Valoá Santos (Salvador20 de janeiro de 1942) é uma desembargadora brasileira. É a primeira magistrada negra do Brasil.[1][2][3][4] No Governo Michel Temer, assumiu a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, estrutura subordina ao Ministério da Justiça.[5]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de seu Luiz, um motorneiro de bonde e de dona Lindaura, uma passadeira e lavadeira e neta de escravo, sofreu ainda na infância o preconceito racial, circunstância que lhe inspirou a buscar a judicatura. Relata que um professor solicitou a compra de material de desenho, tendo o pai de Luislinda adquirido material precário. À vista do material, o professor teria dito: “Menina, deixe de estudar e vá aprender a fazer feijoada na casa dos brancos”. Ela chorou, mas teria lhe respondido que: “Vou é ser juíza e lhe prender”.[4]
Estudou Teatro e Filosofia antes de se formar em Direito na Universidade Católica do Salvador (UCSAL).[4]
Foi procuradora-geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e mais tarde passou em primeiro lugar num concurso para a Advocacia-Geral da União (AGU).[4]
Tornou-se juíza, em 1984, adotando o uso de colares de candomblé em suas audiências.[4] Foi autora da primeira sentença de condenação por racismo no país, em 1993.[2][6] Criou, em 2003, o projeto "Balcão de Justiça e Cidadania", para resolução de conflitos em áreas pobres de Salvador.
Em 2009, publicou o livro O negro no século XXI.[2]
Em 2011, foi promovida por antiguidade, a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) se aposentando alguns meses depois.[2][7]No mesmo ano é premiada com a Camélia da Liberdade, em reconhecimento a personalidades que promovem ações de inclusão social de afrodescendentes.
Em 2013, entra na carreira política ao decidir se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).[8]
Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios, alguns relacionados aos projetos que criou.[2][3]

Referências

  1. Ir para cima Justificativa ao Projeto de Lei 63/2011. Câmara Municipal de São Paulo.
  2. ↑ Ir para:a b c d e Primeira juíza negra do Brasil recebe Medalha do Mérito Judiciário. JusBrasil, acesso em 9 de maio de 2013.
  3. ↑ Ir para:a b Mulher, negra e juíza. UOL, acesso em 9 de maio de 2013.
  4. ↑ Ir para:a b c d e Luislinda, a Iansã de toga. Yahoo, acesso em 1 de julho de 2015.
  5. Ir para cima «Após críticas, Temer escolhe desembargadora negra para secretaria». Notícias ao Minuto. 4 de junho de 2016. Consultado em 13 de junho de 2016
  6. Ir para cima Mais sobre Luislinda Valois dos Santos. Sindjus.
  7. Ir para cima Após oito anos de espera, Luislinda Valois é nomeada desembargadora. Portal G1, acesso em 19 de dezembro de 2011.
  8. Ir para cima Luislinda Valois, primeira juíza negra do Brasil, filia-se ao PSDB. PSDB, acesso em 2 de julho de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    sexta-feira, 23 de maio de 2014

    José de Alencar

    José de Alencar

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    José de Alencar Academia Brasileira de Letras
    Nascimento1 de maio de 1829
    MessejanaImpério do Brasil Flag of Empire of Brazil (1822-1870).svg
    Morte12 de dezembro de 1877 (48 anos)
    Rio de Janeiro
    Nacionalidadebrasileiro
    OcupaçãoCrítico, romancista, dramaturgo
    Escola/tradiçãoRomantismo
    Formou-se em direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Era filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.1

    Índice

      [mostrar

    Vida e obra[editar | editar código-fonte]

    Nasceu em Messejana, que à época de seu nascimento gozada do status de município, tendo perdido tal categoria em 1921 integrando como um bairro à cidade de Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do BrasilRio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo.1 Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854 estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publicou o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em 1857 que alcançou notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.1
    José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.
    Em 1859 tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868 tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869 candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.2
    Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca confirmada, poderia ser na verdade filho de Machado de Assis, o que para alguns daria respaldo para o enredo principal do romance Dom Casmurro.3Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro.
    Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Uma característica marcante de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erguida uma estátua no Rio de Janeiro e um teatro em Fortaleza chamado "Teatro José de Alencar".
    Praça José de Alencar (Ceará) é uma homenagem da sua cidade natal4 .

    Características da obra de Alencar[editar | editar código-fonte]

    O Guarani, 1ª Edição, 1857.
    A obra de José de Alencar pode ser dividida em dois grupos distintos
    Quanto ao espaço politico
    Quanto à evolução histórica
    • O período pré-cabralino - Ubirajara.
    • A fase de formação da nacionalidade - Iracema e O Guarani.
    • A ocupação do território, a colonização e o sentimento nativista - As Minas de Prata (o bandeirantismo) e Guerra dos Mascates (rebelião colonial).
    • O presente, a vida urbana de seu tempo, a burguesia fluminense do século XIX - os romances urbanos DivaLucíolaSenhora e outros.
    Monumento à José de Alencar no Rio de Janeiro

    Resumo Biográfico (Cronologia)[editar | editar código-fonte]

    Romances[editar | editar código-fonte]

    Teatro[editar | editar código-fonte]

    Crônica[editar | editar código-fonte]

    • Ao correr da pena, 1874

    Autobiografia[editar | editar código-fonte]

    Crítica e polêmica[editar | editar código-fonte]

    • Cartas sobre a confederação dos tamoios, 1856
    • Ao imperador:cartas políticas de Erasmo e Novas cartas políticas de Erasmo, 1865
    • Ao povo:cartas políticas de Erasmo, 1866
    • O sistema representativo, 1866

    Referências

    1. ↑ Ir para:a b c d José de Alencar (em português). UOL - Educação. Página visitada em 13 de novembro de 2012.
    2. Ir para cima Antonio Edmilson Martins Rodrigues; Francisco Jose Calazans Falcon. José de Alencar: o poeta armado do século XIX. [S.l.]: FGV Editora, 2001.
    3. Ir para cima Roberta Paixão. Capitu de verdadeAbril.com. Veja. Página visitada em 13 de novembro de 2012.
    4. Ir para cima PRAÇA MARQUÊS de HERVAL - JOSÉ DE ALENCAR consultado em 11/9/2012

    Bibliografia[editar | editar código-fonte]

    • ALENCAR, José Martiniano de, Perfis Parlamentares 01, Câmara dos Deputados, 1977.
    • ALENCAR, José de, 1829-1877; Cinco minutos & A viuvinha / José de Alencar. - 29.ed. - São paulo: Ática, 2010.; 136p.

    Outras[editar | editar código-fonte]

    • O garatuja, 1873 (Ernst Mahle em 2006 escreveu ópera baseda na novela, O Garatuja)

    Lorbeerkranz.pngAcademia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]

    Grande expoente da literatura brasileira do século XIX, não alcançou a fundação do Silogeu Brasileiro. Coube-lhe, entretanto, a homenagem de ser patrono da cadeira 23 da academia.
    Nas discussões que antecederam a fundação da academia, seu nome foi defendido por Machado de Assis para ser o primeiro patrono, ou seja, nominar a cadeira 1. Mas não poderia haver hierarquia nessa escolha, e resultou queAdelino Fontoura, um autor quase desconhecido, veio a ser o patrono efetivo. Sobre esta escolha, registrou Afrânio Peixoto:
    "Novidade de nossa Academia foi, em falta de antecedentes, criarem-nos, espiritualmente, nos patronos. Machado de Assis, o primeiro da companhia, por vários títulos, quis dar a José de Alencar a primazia que tem, e deve ter, na literatura nacional. A justiça não guiou a vários dos seus companheiros. Luís Murat, por sentimento exclusivamente, entendeu honrar um amigo morto, infeliz poeta, menos poeta que infeliz, Adelino Fontoura."

    Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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    Precedido por
    Martim Francisco Ribeiro de Andrada
    Ministro da Justiça do Brasil
    1868 — 1870
    Sucedido por
    Joaquim Otávio Nébias
    Precedido por
    Lorbeerkranz.png ABL - patrono da cadeira 23Sucedido por
    Machado de Assis
    (fundador)

    GRATIDÃO OS HEROIS DA PANDEMIA