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domingo, 2 de abril de 2017

Imagens de um dia inesquecível

SIMPLESMENTE MULHER

SIMPLESMENTE MULHER
Anita Zippin

“Feliz daquele que alcança o lenitivo que quer,num sorriso de criança, num carinho de mulher”(Batista Antunes)

Mulher, ei, você mesmo! Estou falando contigo.
Mulher quem dá conta do recado, da casa, da roupa, da filharada, da compra, da alegria, do companheiro e ainda, do trabalho.
Sim, você quem não mede esforços para ver os outros felizes, mesmo que se obrigue a tragar palavras ásperas, sinta a carteira ficar minguada no final do mês, mas estica onde der para dar pão e circo aos que a cercam, em especial, ao amor e aos filhos.
Mulher, este circo é a alegria que você inspira, transpira e emociona.
Nos retratos arquivados na memória, espocam flashes.:
Em cada flash, uma lembrança.
Em cada lembrança, uma mulher.
Em cada mulher, uma mãe.
Em cada mãe, a magia de uma eterna criança.
Mulher, nem os vendavais do tempo conseguem envergar esta fibra da qual foi constituída, sempre bela e sorridente, mesmo que lhe faltem dentes, mas ao redor, todos estão abrigados, quentinhos e dormem como anjos, embora suas noites possam ser em claro.
Mulher, fica acordada a pensar?  Medita, reza, traça planos do nada, cria o tudo da mente, humaniza o mundo, perdoa os fracos, escreve seu nome com bondade, amor e suor, assim jamais será esquecida.
Será lembrada nesta ou em outra vida, não importa a data da partida.

Contigo o mundo aprendeu a amar os irmãos igualmente, sem distinção, quer filhos seus ou alheios, todos cabem  em seu pensamento e sua vontade de acertar sempre, resplandece no brilho de cada estrela, emoldurada pelo sol, que muitas vezes se recusa a vê-la.
Se aqui na terra ainda não é reconhecida?
Muita caminhada já deste, trechos lindos, retos, outros tortuosos, escuros e se saiu como uma bailarina no ar de brumas, sempre a sacar do mal o bem, a compreender melhor a maldade humana e a transformar o sonho na acreditada realidade.
Lá no alto tem um paraíso aguardando a mulher, simplesmente mulher, abnegada mulher, quem deixa a alma imortal, o coração a palpitar e o perfume das flores, por onde passa.
Cada passo do passado, do presente e do futuro levam a um infinito de luzes, a um apanhado de melodias ao luar, tudo isto onde tiver a mulher a passar.
Musa das mais belas canções de amor, das poesias apaixonadas, também dá as letras e compõe, escreve, opina, dirige povos e mentes como se tivesse nas mãos sempre uma semente.
Mulher está a multiplicar quando preciso, a dividir para quem nada tem, como mãe de todos, a dar amor, despir-se de vontades e se entregar de corpo e alma a uma causa, a uma família , sem jamais perder a essência de ser também Mulher e suas circunstâncias.
Quanta gente a seu lado?
Quando a aprender consigo ainda mais porque vem na humildade mostrar onde está o segredo da felicidade.
Mulher, aceite abraço desta mulher que também luta para ver o verdadeiro céu aqui na terra.
Se existe? Enquanto existir uma Mulher, a emoldurá-la, sempre estará o Céu e as estrelas, perto ou longe, não importa. O que precisa é cada uma vê-las.
Onde? Dentro de si, dentro de si, perto do coração!
Com estas palavras de nossa autoria, para este grande dia, esta Mulher Anita, presidente da Academia de Letras José de Alencar, quer prestar homenagem a dois ícones  da vida bem vivida, nossas anfitriãs, Ministra de Estado de Direitos Humanos, Desembargadora Luislinda de Valois Santos, para nossa honra, pertencente à nossa Academia.
A esta Mulher exemplar, damos um Voto de Louvor, por relevantes serviços prestados à Nação Brasileira, nas áreas, jurídica, cultural e social.
Pedimos à colega de Academia, Ariadne fazer a entrega do Voto de Louvor à colega Luislinda.

E para nossa alegria, trazemos de Curitiba, Terra dos Pinheirais que hoje completa 324 anos, um Voto de Louvor a este exemplo de Mulher, grande Mulher, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Carmen Lúcia, pedindo que a Desembargadora Rosana Andriguetto de Carvalho, também de nossa Acadêmica e um exemplo de mulher no Paraná, faça a entrega do Voto de Louvor.

Agradecendo a oportunidade de estar aqui com tantas mulheres maravilhosas, gostarei de terminar minhas palavras com o filósofo
Jean Jaques Rousseau, o meu desejo a todas as mulheres do brasil e do mundo.

“Quando só se pretende a prática do bem, sempre se triunfa”.

(Anita Zippin, advogada, jornalista, escritora, Presidente da Academia de Letras José de Alencar)

terça-feira, 28 de março de 2017

BREVE CURRICULUM VITAE ANITA ZIPPIN

BREVE CURRICULUM VITAE
ANITA ZIPPIN

Curitiba, 29 de março de 2017.

Anita Zippin é natural de Curitiba/PR, formada em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1974.
Foi Assessora Jurídica do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, por 36 anos.
Advogada especializada em adoção internacional.
Sócia-Fundadora do primeiro Rotary Club de Profissionais Mulheres, o Rotary Club Curitiba-Gralha Azul.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.
Membro do Centro de Letras do Paraná.
Membro da Associação Mundial de Periodistas e Escritoras.
Membro Honorário da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
Jornalista com mais de 4.000 crônicas publicadas em jornais e revistas do Paraná e do Brasil.
Tem livros publicados, “O Dálio que eu Vi”, “Década” e “Pais Filhos - Encontros e Desencontros”.
Coordenadora da Revista Judiciária do Paraná-Amapar.
É Vulto Emérito da Cidade de Curitiba/PR.
É professora de Literatura na Universidade Positivo da Maturidade.

Atualmente é Presidente da Academia de Letras José de Alencar, entidade cultural fundada há 78 anos.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Homenagem ao Dia Mulher

Assunto: Homenagem ao Dia Mulher

A Sua Excelência a Senhora Anita;
Assunto: Homenagem ao Dia Mulher 

Excelentíssima Sra. Anita Zippin,
Cumprimentando-o, de ordem da Ministra de Estado dos Direitos Humanos, Desa. LUISLINDA DIAS DE VALOIS SANTOS, em decorrência do Dia Internacional da Mulher, que aconteceu no último dia 8 de março, o Ministério dos Direitos Humanos, considerando a grande importância do papel das mulheres, seus trabalhos e atividades realizados para a sociedade brasileira, e com o objetivo de condecorar ícones femininos que se destacaram em seus seguimentos, é com grande satisfação que homenagearemos 30 mulheres de varias partes do Brasil, dentre elas, as Meritíssimas Ministras desse Supremo Tribunal Federal, Dra. Ellen Gracie Northfleet, Dra. Rosa Weber, Vossa Excelência, Dra. Carmem Lúcia Antunes Rocha, Digníssima Presidente desse Sodalício, e também as Ministras do Superior Tribunal de Justiça, as Meritíssimas Dra. Laurita Vaz, Presidente do STF, Dra. Eliana Calmon, Dra. Fátima Nancy Andrigui, Dra. Maria Thereza Assis Moura e Dra. Maria Isabel Gallotti.
No ensejo, gostaríamos de confirmar a disponibilidade de Vossa  Senhoria em comparecer no evento a ser realizado, no intuito de receber a Homenagem desse Ministério que irá se sentir imensamente honrado com vossa digníssima presença.        
 Por fim, informo previamente que o evento será realizado  no dia 29 de março de 2017 às 18h:30 no Supremo Tribunal Federal e após as confirmações encaminharemos convites oficiais. 
Diante do exposto, solicitamos confirmação se possível ainda hoje, pois precisamos fechar a lista e encaminhar os convites. 
                         No ensejo, renovo protesto de consideração e especial apreço.
--
Tamara da Silva
Chefe de Gabinete
Ministério dos Direitos Humanos
2025-7009

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Tamara da Silva
Chefe de Gabinete
Ministério dos Direitos Humanos
2025-7009




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Lembrando a presença da Desembargadora Luislinda Valois no GETEC

Um CV fraco da Dra. Luislinda de Valois

Luislinda Valois

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Luislinda Dias de Valoá Santos
Secretária de Promoção da Igualdade Racial do Brasil Brasil
Períodode 13 de junho de 2016
até atualidade
Ministro da JustiçaAlexandre de Moraes
Vida
Nascimento20 de janeiro de 1942 (75 anos)
SalvadorBABrasil
Nacionalidade brasileira
Luislinda Dias de Valoá Santos (Salvador20 de janeiro de 1942) é uma desembargadora brasileira. É a primeira magistrada negra do Brasil.[1][2][3][4] No Governo Michel Temer, assumiu a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, estrutura subordina ao Ministério da Justiça.[5]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de seu Luiz, um motorneiro de bonde e de dona Lindaura, uma passadeira e lavadeira e neta de escravo, sofreu ainda na infância o preconceito racial, circunstância que lhe inspirou a buscar a judicatura. Relata que um professor solicitou a compra de material de desenho, tendo o pai de Luislinda adquirido material precário. À vista do material, o professor teria dito: “Menina, deixe de estudar e vá aprender a fazer feijoada na casa dos brancos”. Ela chorou, mas teria lhe respondido que: “Vou é ser juíza e lhe prender”.[4]
Estudou Teatro e Filosofia antes de se formar em Direito na Universidade Católica do Salvador (UCSAL).[4]
Foi procuradora-geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e mais tarde passou em primeiro lugar num concurso para a Advocacia-Geral da União (AGU).[4]
Tornou-se juíza, em 1984, adotando o uso de colares de candomblé em suas audiências.[4] Foi autora da primeira sentença de condenação por racismo no país, em 1993.[2][6] Criou, em 2003, o projeto "Balcão de Justiça e Cidadania", para resolução de conflitos em áreas pobres de Salvador.
Em 2009, publicou o livro O negro no século XXI.[2]
Em 2011, foi promovida por antiguidade, a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) se aposentando alguns meses depois.[2][7]No mesmo ano é premiada com a Camélia da Liberdade, em reconhecimento a personalidades que promovem ações de inclusão social de afrodescendentes.
Em 2013, entra na carreira política ao decidir se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).[8]
Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios, alguns relacionados aos projetos que criou.[2][3]

Referências

  1. Ir para cima Justificativa ao Projeto de Lei 63/2011. Câmara Municipal de São Paulo.
  2. ↑ Ir para:a b c d e Primeira juíza negra do Brasil recebe Medalha do Mérito Judiciário. JusBrasil, acesso em 9 de maio de 2013.
  3. ↑ Ir para:a b Mulher, negra e juíza. UOL, acesso em 9 de maio de 2013.
  4. ↑ Ir para:a b c d e Luislinda, a Iansã de toga. Yahoo, acesso em 1 de julho de 2015.
  5. Ir para cima «Após críticas, Temer escolhe desembargadora negra para secretaria». Notícias ao Minuto. 4 de junho de 2016. Consultado em 13 de junho de 2016
  6. Ir para cima Mais sobre Luislinda Valois dos Santos. Sindjus.
  7. Ir para cima Após oito anos de espera, Luislinda Valois é nomeada desembargadora. Portal G1, acesso em 19 de dezembro de 2011.
  8. Ir para cima Luislinda Valois, primeira juíza negra do Brasil, filia-se ao PSDB. PSDB, acesso em 2 de julho de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    UNEGRO/PARANÁ: Desembargadora Luislinda Valois, 1ª juíza negra br...

    UNEGRO/PARANÁ: Desembargadora Luislinda Valois, 1ª juíza negra br...: Neta de avô escravo, filha de Santo, e primeira mulher negra a entrar para a magistratura no Brasil, Luislinda Valois, 68, quer ver mais “pr...

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    Excelentíssima Ministra Desembargadora Luislinda Dias de Valoá Santos




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    Governo federal cria Ministério dos Direitos Humanos







    Publicado em 2 de fev de 2017
    REPÓRTER NBR - 02.02.17: Porta-voz da presidência da República, Alexandre Parola, conversou com jornalistas nesta quinta-feira (2). Parola informou que o presidente Michel Temer nomeou Antonio Imbassahy como ministro-chefe da Secretaria de Governo. O porta-voz ainda anunciou a criação do Ministério dos Direitos Humanos, que terá a desembargadora Luislinda Valois como ministra. Parola também emitiu os cumprimentos de Temer ao atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

    sábado, 14 de janeiro de 2017

    LUISLINDA VALOIS







    Publicado em 16 de jun de 2016
    A Academia de Letras José de Alencar, presidida por Drª Anita Zippin, no Solar dos Leões em Curitiba, em reunião de diretoria no dia 15 de junho de 2016, numa filmagem de Dr. João Carlos Cascaes, faz referências à Desembargadora Drª. Luislinda Dias de Valois Santos.

    Luislinda Vallois - A Primeira Desembargadora Negra do Brasil







    Publicado em 7 de dez de 2016
    A primeira desembargadora negra do Brasil conta sua história

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