A Academia de Letras José de Alencar começou como Associação de Cultura José de Alencar, em 04 de outubro de 1939, em Curitiba, Paraná. Atual presidente: Dra. Anita Zippin
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sábado, 16 de junho de 2018
Poema que Vale a Pena
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junho 16, 2018
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sexta-feira, 15 de junho de 2018
Ultimos autógrafos - final de festa 20180614205941
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Autógrafos - música e coquetel no lançamento do livro Poema Que Vale a Pena
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Uma equipe em torno dos autores João Carlos Bonat e Joatan Marcos de Car...
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Um poema vale mais do que inúmeras palavras
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Comemoração dos 80 anos da ALJA, fonação da mesa e palavras da Confreira...
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Primeiros autógrafos - Dr. Joatan Marcos de Carvalho 20180614190135
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Início da solenidade de lançamento do Livro "Poema que Vale a Pena"
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fotos lançamento livro Joatan
https://www.flickr.com/photos/tjpr/
Olá,
o Cerimonial do Tribunal de Justiça acabou de mandar fotos do lançamento da Coleção Helena Kolody, volume 1, com o livro Poema que Vale a Pena de nosso colega, escritor Desembargador Joatan Marcos de Carvalho.
para acessar, tem de ir ao google, depois flickrtribunaldejustiça do Paraná, vai à galeria e encontra as fotos.
saudações acadêmicas
Anita Zippin
Academia de Letras José de Alencar
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Poema que Vale a Pena
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Aviso de Falecimento
Comunicamos com
pesar o falecimento da mãe do nosso Confrade Joatan . A academia de letras José
de Alencar em nome de seus membros manifesta sentidas condolências.
O velório acontece
no Cemitério Água Verde onde será o sepultamento no Domingo.
Att.
Tânia Rosa
F. Cascaes
Diretora Sociocultural
Curitiba, 17
de fevereiro de 2018
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fevereiro 17, 2018
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Joatan Marcos de Carvalho,
Rosana Andriguetto de Carvalho
segunda-feira, 11 de julho de 2016
É Fundamental
É Fundamental
É bem
possível que muitos de nós tenhamos algum conhecido que era intransigente
defensor das práticas e políticas do Partido dos Trabalhadores e que, com o
desencadeamento dos últimos acontecimentos político-jurídicos pelos quais passa
o país, tornou-se crítico severo e até mesmo cruel do partido e de seus
membros.
Há também
aqueles que com o advento desta crise político-econômica, tendo ou não em
alguma época se identificado com a ideologia defendida pelo Partido dos
trabalhadores, tornaram-se adversários ácidos e agressivos dos agentes, dos
vários partidos, que estão sendo acusados e responsabilizados por ilícitos no
exercício de suas funções.
Ao tempo que
detratam e execram aqueles a quem culpam por todos os recentes males que afetam
o país, devotam uma extraordinária admiração por aqueles que conduzem o
processo moralizador; em especial à Polícia Federal, aos Procuradores Federais
e ao Juiz Sérgio Moro.
E
naturalmente há os que continuam convictos de que, a despeito dos
acontecimentos condenáveis que se descortinaram, ainda a melhor escolha
político-partidária, dentre as que se apresentam à sociedade brasileira, é a
que se apoia nos partidos da base de sustentação do governo afastado.
Sem dúvida
alguma, todas as posições merecem respeito, já que a aceitação da posição do
outro é o que legitima a posição, as ideias e os entendimentos de cada um de nós.
Como
sabemos, seja a favor ou contra uma determinada posição há sempre defesas com
argumentos pífios e simplórios, como também, aqueles que apresentam defesas bem
elaboradas e consistentes.
A atribuição
de culpa àqueles que se elegeram para conduzir os nossos destino é atitude
correta, entretanto, não podemos nos esquecer que essas pessoas são os nossos
mandatários e que talvez tenhamos responsabilidade pelos atos que praticaram,
senão legalmente, quiçá moralmente.
Isto é, se
votamos displicentemente, com comprometimento ou se nem ao menos nos preocupamos
em escolher um representante e se deixamos de acompanhar os seus atos e as
decisões que tomam, em nosso nome, como poderemos deixar de ser indiretamente
responsáveis?
Talvez esta
seja a lição mais importante que estamos tendo a oportunidade de receber:
primeiro, e mais importante, é preciso participar séria e idoneamente da
eleição dos nossos representantes; segundo, é absolutamente necessário que as
ações dos nossos representantes sejam acompanhadas por todos nós, para que
efetivamente nos representem.
E estejamos
certos, não basta mudar o governo, nem mesmo pelo modo excepcional que está em curso.
Indiferentemente do nível administrativo, todo governo, para se manter fiel à
sua proposta eleitoral precisa ser fiscalizado, não só pelos eleitores, mas,
especialmente, por uma oposição, legítima e comprometida com os direitos
sociais dos cidadãos.
O que é sem
dúvida nenhuma dispensável, é esta atitude revanchista ou de represália. Nada
justifica o ataque às pessoas que estão envolvidas nos fatos ímprobos. É
lamentável assistir aos cidadãos dirigindo ofensas aos envolvidos, quando os
encontram nos aeroportos, nos restaurantes, nas ruas, enfim, nos lugares
públicos.
Injuriar as
pessoas, sem prejuízo do comportamento delas, a saber, se são ou não honestas,
ou respondem a processos e mesmo se já foram condenadas, é crime. Seguramente,
este comportamento não revela uma atitude democrática ou cidadã.
Não se trata
de minimizar, desculpar ou perdoar os atos praticados por estes agentes; ao
contrário, devem todos ser exemplar e rigorosamente responsabilizados; mas, os
débitos que tem para com a sociedade não lhes retiram a dignidade.
Ninguém pode
ser despossuído de todos os seus direitos. Os direitos fundamentais são
garantias que não nos podem ser retirados. Cabe-nos, tão somente, respeitá-los.
Curitiba, 11
de julho de 2016
Joatan
Marcos de Carvalho
Da Academia
de Letras José de Alencar
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julho 11, 2016
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Joatan Marcos de Carvalho
domingo, 26 de junho de 2016
Intolerância
Tolerância
O ex-prefeito de Nova York, Rudolf Giuliani tornou famosa a defesa da tolerância
zero, adotada como norma pela polícia de sua
cidade. A iniciativa mais elogiada do que criticada, rendeu bons resultados e
até hoje há quem a defenda como solução para a criminalidade.
Parece não haver divergência de que a
medida funcionou para a cidade de Nova York, contudo, em relação ao resto do
país, a fórmula não se mostrou verdadeira. Muito ao contrário, o sistema
jurídico-penitenciário americano vem buscando soluções mais adequadas à nova
realidade social.
A despeito de posições mais
conservadoras, os responsáveis pela política jurídico-criminal americana vem
levantando fortes questionamentos sobre a descriminalização das drogas, mas,
também de outros delitos, especialmente daqueles relacionados à contrafação de
direitos autorais – copyright, no sistema americano.
Se a questão da tipologia penal vem sendo
posta em cheque, a que se refere a cumprimento das sansões e as formas de
cumprimento sofrem um debate ainda mais acirrado, especialmente no que se
refere aos estabelecimentos prisionais administrados pela iniciativa privada.
Ante um quadro mundial de grandes
mudanças, de avanços tecnológicos de ritmo alucinante, a ambiência social vem
sendo palco de necessárias e inexoráveis transformações que exigem respostas
efetivas, sob pena do sistema legal deixar de atender à realidade dos fatos.
Face aos surpreendentes acontecimentos
jurídico-legais que se verificam no país, que vem se desencadeando na esteira
dos procedimentos legais, denominados de operação Lava-Jato e de seus
desdobramentos, grande número de cidadãos brasileiros questionam o fato de
alguns dos réus, altamente comprometidos, estarem já a cumprirem pena em regime
domiciliar, ainda que com tornozeleiras eletrônicas.
É compreensível que assim pensem, mas,
com um pouco mais de reflexão, veremos que não há razão para se manter em
regime fechado condenados que não representem real perigo para a sociedade;
além do mais é elevado o custo de manutenção de detentos nas penitenciárias,
entre muitos outros argumentos que se pode arrolar.
Ademais, o isolamento e o alienamento que
daí advém já vem sendo criticado há muitas décadas como demonstra Erving
Goffman, em seu livro “Manicômio, Prisões e Conventos”.
Naturalmente, estas penas mais brandas
decorrem dos dispositivos legais – “delação premiada”, que permitem ao juiz
considerar o auxílio prestado pelo réu na elucidação do delito, quando da
aplicação de sua pena; por outro lado, não fosse essa possibilidade quantos
outros réus teriam seus delitos revelados e sujeitos à apreciação do
judiciário?
Qualquer tendência ao acomodamento, em
uma época como a nossa, se afasta da realidade dinâmica e mutante que nos
conduz ao futuro. Prevejo que teremos grandes problemas sociais se deixarmos de
participar com consistência das discussões e polêmicas que nos afetam.
A multidisciplinariedade, tão louvada na
doutrina e em trabalhos acadêmicos, não pode mais ser negligenciada, seja na
elaboração legislativa, seja na aplicação da lei ou de suas decisões. E mais, é
preciso que os agentes que participam dessas fases se comuniquem, mantenham um
constante diálogo institucional.
Se quisermos ter um Estado eficiente, e a
época em que vivemos exige, precisaremos ter a coragem de acabar com as
divisões e as compartimentações; o que não é fácil, já que até hoje não conseguimos
unificar as polícias; ainda que tenhamos plena consciência do exercício de
funções diferenciadas.
Alternativa interessante, adotada em
outros países seria o juizado multidisciplinar, tanto para o julgamento quanto
para a execução das decisões, que pode ser utilizado para a questão penal, mas,
igualmente, de menores, família e outros casos, tais como meio ambiente e
consumo. Estamos avançando. Não vejo
razão para intolerância.
Curitiba, 26 de junho de 2016
Joatan Marcos de Carvalho
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junho 26, 2016
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Joatan Marcos de Carvalho
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Nós, tatuagem
Busco
em Drummond a comparação. Ele em seu poema emblemático: “Eu, etiqueta”, nos indica
a dimensão da nossa realidade frente ao sistema estabelecido; de forma
absolutamente majestosa, em sua poética. Vejo, de alguma forma, uma similitude
entre as etiquetas e as tatuagens, salvo que as “etiquetas” se apegam às nossas
indumentárias e as tatuagens se impingem em nossa epiderme. Nos aviamos por aí,
repletos de etiquetas, de anúncios, de reclames que, muitas vezes, nem sabemos
de que se trata. De se indagar, quanto de participação temos, efetivamente, nas
imagens, valores e identidades que disseminamos. Carregamos virtudes,
tendências, dons, personalidades; mas, ainda que em diferentes proporções,
seguimos arrastando uma infinidade de preconceitos, equívocos, desatenções,
maus hábitos e por aí vai. Quando se diz que o mundo está confuso, que não se o
entende mais, que estamos doentes (coisa de maduros e de “crédulos”), o que se
está a dizer é que nos falta o entendimento. E, na verdade, temos razão para
isso, já que a complexidade que se estabeleceu na lógica globalizada torna
difícil a qualquer pessoa – não especializada, distinguir as razões e os
porquês dos fatos e acontecimentos. Assim, de se indagar: qual a “atitude”, com
qual consciência ostentamos frases, dizeres, marcas, dísticos, símbolos,
escudos, bandeira em nossas vestimentas? Em nossas mentes e corações? E aí
reside uma grande diferença. Na linguagem das “etiquetas” há provisoriedade; é
fácil mudar de opinião, até mesmo a opinião é menos presente: pode se estar
usando uma estampa de algo que nem mesmo se saiba o que exatamente significa.
Já na questão das tatuagens há uma permanência e uma certeza (mesmo quando
equivocada) do que se pretende, quanto à tatuagem e à sua exibição. Oportuno
ressaltar que há coexistência, de etiquetas e tatuagens. Nada contra.
Generalizou. Vejo senhoras e senhores, adultos e jovens, com maiores e menores
porções de seus corpos recobertos por indelével tintura. O que me surpreende, é
o fato de que esse domínio (com as reservas já salientadas) estava nas roupas e
agora já nos anda na pele. Sempre tive dificuldade em elaborar a alma humana,
menos ainda, devo confessar, posso lidar com o que poderia à ela se apegar numa
similitude às tatuagens. Que designação se poderia atribuir a uma tão
excepcional ocorrência? Seria bom saber o que Drummond diria a respeito. É por
isso que, a determinadas pessoas, as desejamos imortais...
Joatan
marcos de carvalho – Curitiba, 17 de janeiro de 2015.
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janeiro 18, 2016
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Joatan Marcos de Carvalho
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Fotografias especiais no lançamento de mais uma edição do livro (dois) Vozes do Paraná
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setembro 11, 2015
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Aroldo Murá,
EBS Business School,
Joatan Marcos de Carvalho,
Luiz Augusto Juk,
Mário Pereira,
Rosana Andriguetto de Carvalho,
Tânia Rosa Ferreira Cascaes,
VENEVÉRITO DA CUNHA,
Vozes do Paraná 2015
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