terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A Rosa Vermelha...




A rosa vermelha é símbolo místico em várias ordens arcanas do conhecimento. O período em que vivemos está repleto de energias cósmicas e transformações do homem com seu habitat. O meio ambiente vibra... O homem vibra... Ora com harmonia... Ora sem!
Quando o Universo conspira a nosso favor, temos a sensação de que vibramos no mesmo diapasão Cósmico.
A AMORCAntiga e Mística Ordem Rosa Cruz é uma senda, escola de metafísica, que tem a Rosa Vermelha na composição do símbolo.



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Como membro da Ordem há muitos anos, posso afirmar que é mais que uma simples escola, é uma faculdade de metafísica, completa de informações.
Hoje, adormecido, me encontro no grau dos Illuminati.
A Antiga e Mística Ordem Rosacruz (A.M.O.R.C.) é uma organização internacional de caráter místico-filosófico, que tem por missão despertar o potencial interior do ser humano, auxiliando-o em seu desenvolvimento, em espírito de fraternidade, respeitando a liberdade individual, dentro da Tradição e da Cultura Rosacruz.
Fundada nos EUA, em 1915, por Harvey Spencer Lewis, ela também é conhecida por seu nome em Latim, Antiquus Mysticusque Ordo Rosæ Crucis. Esta denominação é a simplificação de Antiga e Arcana Ordem da Rosa Vermelha e da Cruz Dourada.
Em sua forma atual o rosacrucianismo foi restabelecido no começo do século vinte, precisamente em 1915. Cientista, escritor, filósofo, pintor e místico, o Dr. Harvey Spencer Lewis, assumiu a responsabilidade de reativar a Ordem Rosacruz na América do Norte. Sob sua orientação foi construído o Parque Rosacruz em San José, Califórnia, e a AMORC floresceu. Segundo a Ordem Rosacruz AMORC as suas origens remontariam às supostas antigas escolas de mistérios egípcias, há 3.365 anos.  É tido como fundador da tradição Rosacruz o faraó Tutmés III, da XVIII dinastia, por volta de 1350 a.C. Teria o faraó fundado uma fraternidade secreta, com o objetivo de estudar os mistérios da vida. A Fraternidade Rosacruz ainda não se autodenominava assim, sendo oficialmente estabelecida em El Amarna pelo faraó Amenhotep IV, conhecido também como Akhenaton.
Akhenaton, primeiro faraó a admitir um Deus único. Provavelmente pela influência dos Hebreus no Egito.
Nas minhas incursões pelas sendas místicas e herméticas, encontrei a Maçonaria e o Martinismo.



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O Grau 18º da Maçonaria é o Grau Rosa Cruz.
Tem rosas esparramadas por todo o Universo.
A Rosa Vermelha... É do... Bem Querer...
O “G” no símbolo maçônico, centralizado entre o entrelaçado esquadro e o compasso, significa “Gnose” (conhecimento), Geômetra, Grande Arquiteto do Universo e assim por diante. Ocupa o lugar da Rosa em outras representações simbólicas. “Deus Geometriza”.
Na escalada da “Escada de Jacó”, subi ao Gr.´. 30. Cav.´. Kadosch e da Águia Branca e Negra.



 
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A Escada de Jacó representa simbolicamente a ligação entre a Terra e os Céus. A origem da introdução do simbolismo da Escada de Jacó na Maçonaria Especulativa deve-se à visão de Jacó, registrada no Velho Testamento.
Se fossemos percorrer todos os caminhos das escolas arcanas, herméticas e esotéricas, ficaríamos a vida toda em incursões maravilhosas e... Não chegaríamos ao fim... O Infinito é o endereço da “caminhada”...
A rosa também foi utilizada para denominar catástrofe.



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A Rosa de Hiroshima não é vermelha.
Era nuclear. Universo vibrando em desarmonia com o cósmico.
A Rosa Vermelha... É do... Bem Querer...
A Rosa Vermelha se fez presente em várias épocas da civilização.
Il nome della rosa
“O Nome da Rosa” de Umberto Eco é um romance cuja trama se desenrola em um mosteiro italiano na última semana de novembro de 1327. Ali, em meio a intensos debates religiosos, o frade franciscano inglês Guilherme de Baskerville e seu jovem auxiliar, Adso, envolvem-se na investigação das insólitas mortes de sete monges, em sete dias e sete noites. Os crimes se irradiam a partir da biblioteca do mosteiro: "o nome da rosa" era uma expressão usada na Idade Média para denotar o infinito poder das palavras.
No romance, Umberto Eco relembra a problemática suscitada pelo nominalismo entre o que é essencial, que parece ser o nome da rosa como nome, em si um conceito, portanto universal, dessa forma, eterno, imutável, imortal e de sua contraposição a rosa particular, individual no mundo, flor de existência única na realidade, que por acontecer, também é passageira, mortal e transitória.
Pitadas de erotismo também fizeram parte da película do escritor italiano, Il nome della rosa.
O Nome da Rosa é um filme baseado no romance de Umberto Eco, o qual foi lançado em 1980. Tem como Título Original: Der Name Der Rose.

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Rosas vermelhas são flores de grande simbologia.

Google- Imagem - Cigana
Sempre me senti com alguma hereditariedade cigana.
Nômade... Andante... Buscando sempre!
Acho que a cor vermelha da flor tem muito a ver com o calor dessa minoria étnica. Alzamora vem da Península Ibérica. Deve ser “alma judaica” com certeza.
"Cigano" provém do termo grego bizantino athígganos. "Gitano" provém do termo castelhano gitano. "Judeu" provém do termo latino judaeu. "Boêmio" é uma referência à antiga crença de a etnia ser originária da Boêmia, região da atual República Tcheca.
Em fins de julho de 2010, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, decidiu, após dois incidentes envolvendo membros franceses da comunidade cigana, promover o retorno em massa dos Roma à Romênia e Bulgária, o que suscitou uma grande polêmica.
A França continua socialista.

 
Google - François Hollande
O símbolo do vitorioso partido socialista francês é uma rosa, mas a flor parece ter murchado e, meses depois de François Hollande ter vencido a campanha presidencial, o vento está levando as pétalas para todos os lados.

Quando os ciganos dançam, eles estão se embalando no Universo.
Os carroções se alinham na noite onde a lua se debruça inteira, para ver os ciganos acenderem as fogueiras. As estrelas parecem que acendem mais luzes, piscando na cadência dos passos, enquanto a música e canto entoam comemorações à vida.
Alex de Oxóssi – Rio Bonito – Rio de Janeiro


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Nicolas Sarkozy também gostava de uma vida em rosa. Os ciganos deixaram na França a luxúria da rosa vermelha. Era “La Vie en Rose”... Carla Bruni...
Cigana ítalo-francesa!
Houve polêmica entre os ciganos passantes “Pour La France”.
Mistura da criação de Umberto Eco... Il nome della rosa.
A Rosa Vermelha... É do... Bem Querer...
A repatriação dos ciganos na França está ligada a uma política do governo francês de remoção de acampamentos ilegais. Embora os cidadãos búlgaros e romenos tenham o direito de entrar na França sem visto - já que seus países de origem fazem parte da União Europeia - as regras de imigração francesas obrigam os estrangeiros a obter uma permissão de trabalho ou uma autorização de permanência (permis de séjour), caso desejem permanecer em território francês por mais de três meses.
O vento está levando as pétalas para todos os lados.
Cigano já esta acostumado com isso.
Hoje estou aqui... Amanhã... Em volta da fogueira! Danço...
No início desta lavra falei sobre o Martinismo. A França sempre foi palco e cenário de misticismos.
O Martinismo de que falo não tem relação com Martinho Lutero. Se trata de Louis Claude de Saint-Martin.
Louis Claude de Saint-Martin (Amboise, França 18 de janeiro de 1743 - 13 de Outubro de 1803) foi um filósofo e místico francês.
Foi discípulo de Martinez de Pasqually e Jacob Boehme (de forma póstuma, através de seus escritos). Advogado deixou de lado a jurisprudência e ao lado de Jean Baptiste Willermoz, lançou a base do Martinismo. Influenciou diversos ocultistas franceses, especialmente Eliphas Levi, Stanislas de Guaita e Papus.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A influência judaica nas Ordens Herméticas e do Conhecimento é perfeitamente visível a quaisquer olhos. Até ao “Olho Que Tudo Vê”.
O “Olho de Hórus”.






Martinismo é uma escola de pensamento místico-filosófica, derivada dos ensinamentos e escrita de Martinez de Pasqually e de Louis Claude de Saint-Martin, relacionada com o cristianismo esotérico e a mística judaica. É também a designação de um rito da maçonaria. A escola de Martinez restringiu-se à Teurgia, à prática operativa, enquanto que a escola de Louis Claude de Saint-Martin estendeu-se à chamada senda mística ou cardíaca. Papus foi o fundador do martinismo moderno. Iniciado em 1882 por Henri Delaage, na Sociedade dos Filósofos Desconhecidos, uma ordem fundada no século XVIII por Louis Claude de Saint-Martin, fundou em 1931 a Ordre Martiniste Traditionnel, da qual derivam diversos grupos contemporâneos.

Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como no romance de Alexandre Dumas que encerrou a saga eterna dos Mosqueteiros, a rosa vermelha dos socialistas renasce na França e floresce de novo às margens do Sena.
Enfim, a Rosa Vermelha pode falar de Amor, Paixão, Erotismo, Sendas Herméticas, o Secreto Eterno, o Doce Mistério da Vida...


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Rosas vermelhas são flores de grande simbologia. A rosa, por si só, é uma das flores mais populares no mundo, além de serem muito antigas. Existem diversas cores de rosas, mas a vermelha é sempre a mais utilizada e que mais chama atenção. As rosas vermelhas simbolizam o amor e a paixão.
É... Nicolas Sarkozy sonha em cavalgadas...
A França mística sempre vai deixar subsídios para Os Cavaleiros Templários.


Carla Bruni - Google

La Vie en Rose...

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