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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Em tempos difíceis

A ética da sobrevivência


A pirâmide de Maslow é uma sugestão de crescimento diante de um ambiente social num ambiente equilibrado. E quando tudo se desmancha em volta? Em situações extremas a maioria dos seres humanos desce ao piso mais selvagem. Errado?
De alguma forma a Natureza testa seus componentes e daqueles submetidos às piores situações o resultado tem sido a ascensão posterior de pessoas extraordinárias, se razoavelmente sadias.
Lutar por si é uma quase exigência natural diante de todas as possibilidades de destruição. Desde desastres provocados pelo ser humano até catástrofes naturais e monumentais, por todo lado a humanidade já passou por violências incríveis, com reduções drásticas de população.
A sobrevivência torna-se o resultado de esquecer, superar, contornar dores imensas.
O medo, tem sentido? É justo?
Dentro da compulsão à sobrevivência o ser humano sente medo, ou seja, a mensagem íntima de sua existência poderá terminar. Não é natural querer sofrer ou morrer e isso só aparece em situações extremas ou após processos educacionais alienantes, sempre prometendo recompensas etéreas.
Queremos viver.
Nossos instintos só negam a vida quando sentimentos de baixíssimo amor próprio dominam nossas mentes ou somos o produto de processos de lavagem intelectual, algo fácil de ver entre torcidas organizadas. Os métodos de fanatizarão não se restringem a motivações nobres, o que é assustador.
Basicamente se educamos nossos filhos a querer viver estaremos lhes ensinando a cuidar de suas vidas em ambientes onde provocações maldosas devem ser superadas.
Devemos também mostrar que o padrão moral mais íntimo é pessoal, singular. Todos, sem exceção, formam códigos pessoais de conduta com a interpretação própria do significado das palavras que utilizam. Nesse sentido o livro Arqueologia do Saber (Foucault, A Arqueologia do Saber) é de leitura e reflexões obrigatórias, pois precisamos sempre lembrar que a compreensão exata das palavras que usamos é algo pessoal e intransferível, pois quem nos ouve, lê, estuda etc. terá seu dicionário embutido em sua cabeça (Wittgenstein).
Criamos, portanto, um Ética Instintiva.
Com certeza nossos padrões podem variar, mas querer a felicidade e a vida com qualidade é algo natural. Sejam quais forem os argumentos e estereótipos procuraremos coerência com aquilo que acreditamos realmente, na dimensão de nossos instintos e crenças pessoais.

Finalizando um esboço de livro


Viver é um projeto pessoal, singular, exclusivo que todo ser material decide, ou melhor, escolhe a partir de sua origem, educação, saúde etc.
A complexidade e irreversibilidade de muitas decisões exigem a cada passo o máximo de consciência sobre si mesmo, se isso estiver ao alcance do ser eventualmente pensante.
Podemos escalonar passos, devemos saber e aceitar riscos para não termos arrependimentos que romancistas de primeira linha descreveram em livros geniais, ou seja, é fundamental responder permanentemente:
a)    Quem sou eu
b)    O que eu quero ser
c)     O que posso ser
d)    Como atingir meus sonhos e projetos
e)    Ser feliz e disposto a pagar o preço das decisões tomadas
A felicidade é um objetivo real e supremo e nesse caminho a crença religiosa poderá protelar esse estado de alegria para o outro mundo. Ao longo da história da Humanidade o culto ao medo (Cascaes, Procurando Saber, Entender, Aprender Filosofia, História e Sociologia - SEM CENSURA), a crença em pecados e a angústia de existir convenceram grandes nações a optarem pela vida pobre, miserável, imaginando riquezas no outro mundo.
Com certeza a vida ruim torna a morte bem-vinda, e vice-versa. Viver bem e morrer tranquilamente só serão possíveis se desenvolvermos disciplina intelectual e tranquilidade ética, moral e comportamental de modo a não termos arrependimentos.
Vivemos em tempos esfuziantes, inebriantes, entorpecidos pelas luzes e nos desafios das cidades. Com facilidade poderemos trilhar caminhos artificiais e pretendermos afirmação pessoal esquecendo a importância e prazeres de uma família saudável, por exemplo.
Precisamos de desafios, carecemos de situações que temperem a personalidade, são essenciais àqueles que sonham ter orgulho de suas vidas. Subir a montanha é gostoso, apesar dos riscos de acidentes. O essencial, contudo, é termos consciência do custo dessas aventuras. Nada mais triste do que o arrependimento.
Ética, moral, religião, ideologia, hábitos e modelos formam figurinos. À nossa volta poderemos identificar padrões e consequências...

João Carlos Cascaes
Curitiba, 4 de maio de 2017

Foucault, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária Ltda., 2010.




domingo, 2 de abril de 2017

Imagens de um dia inesquecível

SIMPLESMENTE MULHER

SIMPLESMENTE MULHER
Anita Zippin

“Feliz daquele que alcança o lenitivo que quer,num sorriso de criança, num carinho de mulher”(Batista Antunes)

Mulher, ei, você mesmo! Estou falando contigo.
Mulher quem dá conta do recado, da casa, da roupa, da filharada, da compra, da alegria, do companheiro e ainda, do trabalho.
Sim, você quem não mede esforços para ver os outros felizes, mesmo que se obrigue a tragar palavras ásperas, sinta a carteira ficar minguada no final do mês, mas estica onde der para dar pão e circo aos que a cercam, em especial, ao amor e aos filhos.
Mulher, este circo é a alegria que você inspira, transpira e emociona.
Nos retratos arquivados na memória, espocam flashes.:
Em cada flash, uma lembrança.
Em cada lembrança, uma mulher.
Em cada mulher, uma mãe.
Em cada mãe, a magia de uma eterna criança.
Mulher, nem os vendavais do tempo conseguem envergar esta fibra da qual foi constituída, sempre bela e sorridente, mesmo que lhe faltem dentes, mas ao redor, todos estão abrigados, quentinhos e dormem como anjos, embora suas noites possam ser em claro.
Mulher, fica acordada a pensar?  Medita, reza, traça planos do nada, cria o tudo da mente, humaniza o mundo, perdoa os fracos, escreve seu nome com bondade, amor e suor, assim jamais será esquecida.
Será lembrada nesta ou em outra vida, não importa a data da partida.

Contigo o mundo aprendeu a amar os irmãos igualmente, sem distinção, quer filhos seus ou alheios, todos cabem  em seu pensamento e sua vontade de acertar sempre, resplandece no brilho de cada estrela, emoldurada pelo sol, que muitas vezes se recusa a vê-la.
Se aqui na terra ainda não é reconhecida?
Muita caminhada já deste, trechos lindos, retos, outros tortuosos, escuros e se saiu como uma bailarina no ar de brumas, sempre a sacar do mal o bem, a compreender melhor a maldade humana e a transformar o sonho na acreditada realidade.
Lá no alto tem um paraíso aguardando a mulher, simplesmente mulher, abnegada mulher, quem deixa a alma imortal, o coração a palpitar e o perfume das flores, por onde passa.
Cada passo do passado, do presente e do futuro levam a um infinito de luzes, a um apanhado de melodias ao luar, tudo isto onde tiver a mulher a passar.
Musa das mais belas canções de amor, das poesias apaixonadas, também dá as letras e compõe, escreve, opina, dirige povos e mentes como se tivesse nas mãos sempre uma semente.
Mulher está a multiplicar quando preciso, a dividir para quem nada tem, como mãe de todos, a dar amor, despir-se de vontades e se entregar de corpo e alma a uma causa, a uma família , sem jamais perder a essência de ser também Mulher e suas circunstâncias.
Quanta gente a seu lado?
Quando a aprender consigo ainda mais porque vem na humildade mostrar onde está o segredo da felicidade.
Mulher, aceite abraço desta mulher que também luta para ver o verdadeiro céu aqui na terra.
Se existe? Enquanto existir uma Mulher, a emoldurá-la, sempre estará o Céu e as estrelas, perto ou longe, não importa. O que precisa é cada uma vê-las.
Onde? Dentro de si, dentro de si, perto do coração!
Com estas palavras de nossa autoria, para este grande dia, esta Mulher Anita, presidente da Academia de Letras José de Alencar, quer prestar homenagem a dois ícones  da vida bem vivida, nossas anfitriãs, Ministra de Estado de Direitos Humanos, Desembargadora Luislinda de Valois Santos, para nossa honra, pertencente à nossa Academia.
A esta Mulher exemplar, damos um Voto de Louvor, por relevantes serviços prestados à Nação Brasileira, nas áreas, jurídica, cultural e social.
Pedimos à colega de Academia, Ariadne fazer a entrega do Voto de Louvor à colega Luislinda.

E para nossa alegria, trazemos de Curitiba, Terra dos Pinheirais que hoje completa 324 anos, um Voto de Louvor a este exemplo de Mulher, grande Mulher, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Carmen Lúcia, pedindo que a Desembargadora Rosana Andriguetto de Carvalho, também de nossa Acadêmica e um exemplo de mulher no Paraná, faça a entrega do Voto de Louvor.

Agradecendo a oportunidade de estar aqui com tantas mulheres maravilhosas, gostarei de terminar minhas palavras com o filósofo
Jean Jaques Rousseau, o meu desejo a todas as mulheres do brasil e do mundo.

“Quando só se pretende a prática do bem, sempre se triunfa”.

(Anita Zippin, advogada, jornalista, escritora, Presidente da Academia de Letras José de Alencar)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Com muito orgulho - a nomeação da Excelentíssima Luislinda Valois para o cargo de Ministra de Estado dos Direitos Humanos

Convite para Posse da Doutora Luislinda Valois como Ministra de Estado dos Direitos Humanos

Enc: Convite para Posse da Doutora Luislinda Valois como Ministra de Estado dos Direitos Humanos.

Entrada
x

anita zippin

16:31 (Há 18 horas)
para DáliodianaalbertogalbinskyAnaRubensVeradionelilianguinskiluislinda-valo.celsomimArioswaldohamiltonsandraFamiliarogerio
Colegas ,

eis o convite oficial de nossa colega de Academia, Luislinda Valois, hoje empossada MInistra de Estado dos Direitos Humanos.

parabéns a todos os que fazem parte deste importante, edificante e simpático sodalício paranista.

abraços e mais abraços


Anita Zippin
Presidente
Academia de Letras José de Alencar



De: SEPPIR Coordenacao Gabinete <gabinete@seppir.gov.br>
Enviado: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017 23:25
Assunto: Convite para Posse da Doutora Luislinda Valois como Ministra de Estado dos Direitos Humanos.
 


--
Atenciosamente,
Assessoria
GabineteSecretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Tel.(61) 2025-7008
Esplanada dos Ministérios, Bloco A - 5º andar
70.054-906 - Brasília, DF
www.seppir.gov.br
EDITAL SEPPIR. Inclusão Digital e Cidadania para Mulheres Quilombolas . IDES apresenta resultado do projeto na Bahia, realizado em parceria com a SEPPIR por meio de ...

Os 30 Artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos







Publicado em 24 de mai de 2013
A Declaração Universal dos Direitos do Homem das Nações Unidas

1. Todos Nascemos Livres e Iguais. Nascemos todos livres. Todos temos os nossos pensamentos e ideias. Deveríamos ser todos tratados da mesma maneira.

2. Não Discrimine. Estes direitos são de todos, independentemente das nossas diferenças.

3. O Direito à Vida. Todos temos o direito à vida, e a viver em liberdade e segurança.

4. Nenhuma Escravatura. Ninguém tem o direito de nos escravizar. Não podemos fazer de ninguém nosso escravo.

5. Nenhuma Tortura. Ninguém tem o direito de nos magoar ou de nos torturar.

6. Você Tem Direitos Onde Quer que Vá. Eu sou uma pessoa igual a si!

7. Somos Todos Iguais Perante a Lei. A lei é igual para todos. Deve tratar-nos com justiça.

8. Os Direitos Humanos são Protegidos por Lei. Todos podemos pedir ajuda da lei quando formos tratados com injustiça.

9. Nenhuma Detenção Injusta. Ninguém tem o direito de nos prender sem uma razão válida, de nos manter lá, ou de nos mandar embora do nosso país.

10. O Direito a Julgamento. Se formos julgados, o julgamento deve ser público. A pessoa que nos julga não deve ser influenciada por outras pessoas.

11. Estamos Sempre Inocentes até Prova em Contrário. Ninguém deveria ser acusado por fazer algo até que esteja provado. Quando as pessoas dizem que fizemos uma coisa errada temos o direito de provar que não é verdade.

12. O Direito à Privacidade. Ninguém deveria tentar ferir o nosso bom nome. Ninguém tem o direito de entrar na nossa casa, abrir as nossas cartas ou incomodar-nos ou à nossa família sem uma boa razão.

13. Liberdade para Locomover Todos temos o direito de ir aonde quisermos dentro do nosso próprio país e de viajar para onde quisermos.

14. O Direito de Procurar um Lugar Seguro para Viver. Se tivermos medo de ser maltratados no nosso país, temos o direito de fugir para outro país para estarmos seguros.

15. Direito a uma Nacionalidade. Todos temos o direito de pertencer a um país.

16. Casamento e Família. Todos os adultos têm o direito a casar e a terem uma família se quiserem. Os homens e as mulheres têm os mesmos direitos quando estão casados ou separados.

17. O Direito às Suas Próprias Coisas. Todos temos o direito a termos as nossas próprias coisas ou de as partilhar. Ninguém nos deveria tirar as nossas coisas sem uma boa razão.

18. Liberdade de Pensamento. Todos temos o direito de acreditar naquilo que queremos, a ter uma religião ou a mudar de religião se quisermos.

19. Liberdade de Expressão. Todos temos o direito de decidir por nós mesmos, de pensarmos o que quisermos, de dizer o que pensamos, e de partilhar as nossas ideias com outras pessoas.

20. O Direito de se Reunir Publicamente. Todos temos o direito de nos reunir com os nossos amigos e trabalhar em conjunto em paz para defender os nossos direitos. Ninguém nos pode forçar a juntar-mo-nos a um grupo se não o quisermos fazer.

21. O Direito à Democracia. Todos temos o direito de participar no governo do nosso país. Todos os adultos devem ter o direito de escolher os seus próprios líderes.

22. Segurança Social. Todos temos o direito a uma casa, medicamentos, educação, a dinheiro suficiente para viver e a assistência médica se estivermos velhos ou doentes.

23. Direitos do Trabalhador. Todos os adultos têm o direito a um emprego, a um salário justo pelo seu trabalho e a inscrever-se num sindicato.

24. O Direito à Diversão. Todos temos o direito a descansar do trabalho e a relaxar.

25. Comida e Abrigo para Todos. Todos temos o direito a ter uma boa vida. As mães, as crianças, os idosos, os desempregados ou os deficientes e todas as pessoas têm o direito a receber cuidados.

26. O Direito à Educação. A educação é um direito. A escola primária deveria ser gratuita. Podemos escolher aprender aquilo que desejamos e a conviver com os outros.

27. Direitos de Autor. Os direitos de autor são uma lei especial que protege as criações artísticas e a escrita; os outros não podem fazer cópias sem autorização. Todos temos o direito à nossa forma de vida e a gozar as coisas boas que a arte, a ciência e o conhecimento trazem.

28. Um Mundo Justo e Livre. Deve existir ordem para que todos possamos gozar os direitos e as liberdades no nosso país e em todo o mundo.

29. Responsabilidade. Temos o dever para com as outras pessoas e devemos proteger os seus direitos e liberdades.

30. Ninguém lhe pode tirar os seus Direitos Humanos.

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A História dos Direitos Humanos (legenda)







Publicado em 2 de out de 2011
Documentário produzido por United for the Human Rights
www.humanrights.com

Versão para Facebook: https://www.facebook.com/643094659163...

Governo reabre Secretaria-Geral da Presidência e cria Ministério dos Dir...







Publicado em 2 de fev de 2017
REPÓRTER NBR 19H - 02.02.17: Alexandre Parola, porta-voz da presidência, anunciou a criação do Ministério dos Direitos Humanos e a reabertura da Secretaria-Geral da Presidência da República. E mais: programa A Voz do Brasil recebe o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, Torquato Jardim. O ministro falou sobre o encontro que reunirá prefeitos, vice-prefeitos e representantes da sociedade civil para discutir medidas contra corrupção. Veja também: durante abertura do ano legislativo da Câmara, foi realizada leitura de mensagem do presidente Michel Temer. No texto, Temer apresentou balanço das ações do governo para retomada do crescimento econômico.

Direitos Humanos são prioridade







Publicado em 3 de fev de 2017
Após ser empossada nesta sexta (3) como ministra dos Direitos Humanos pelo presidente Michel Temer, Luislinda Valois disse que a criação da pasta demonstra a preocupação e a sensibilidade do governo federal com uma parcela da sociedade que necessita de amparo.

“Há uma preocupação do presidente, por isso resolveu a situação de forma célere. Inclusive, a nossa posse não seria para hoje [sexta-feira, 3], mas ele nos pediu que fosse hoje”, disse Valois, que atuava como secretária de Promoção da Igualdade Racial, órgão vinculado ao Ministério da Justiça.

Leia mais no Portal Planalto: http://bit.ly/2jHEFya

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A ética da sobrevivência


A ética da sobrevivência

A ética da sobrevivência


A pirâmide de Maslow (Google) é uma sugestão de crescimento diante de um ambiente social num cenário equilibrado. E quando tudo se desmancha em volta? Em situações extremas a maioria dos seres humanos desce ao piso mais selvagem. Errado?
De alguma forma a Natureza testa seus componentes e daqueles submetidos às piores situações, o resultado tem sido a ascensão posterior de pessoas extraordinárias, se razoavelmente sadias.
Lutar por si é uma quase exigência natural diante de todas as possibilidades de destruição. Desde desastres provocados pelo ser humano até catástrofes naturais e monumentais, por todo lado a Humanidade já passou por violências incríveis, com reduções drásticas de população.
A sobrevivência torna-se o resultado de esquecer, superar, contornar dores imensas.
O medo, tem sentido? É justo?
Dentro da compulsão à sobrevivência o ser humano sente medo, ou seja, a mensagem íntima de sua existência poderá terminar. Não é natural querer sofrer ou morrer e isso só aparece em situações extremas ou após processos educacionais alienantes, sempre prometendo recompensas etéreas.
Queremos viver.
Nossos instintos só negam a vida quando sentimentos de baixíssimo amor próprio dominam nossas mentes ou somos o produto de sistemas de lavagem intelectual, algo fácil de ver entre torcidas organizadas. Os processos de dominação intelectual não se restringem a motivações nobres, o que é assustador.
Basicamente se educamos nossos filhos a querer viver estaremos lhes ensinando a cuidar de suas vidas em ambientes onde provocações devem ser superadas.
Devemos também mostrar que o padrão moral mais íntimo é pessoal, singular. Todos, sem exceção, formam códigos pessoais de conduta com a interpretação própria do significado das palavras que utilizam. Nesse sentido o livro Arqueologia do Saber (Foucault) é de leitura e reflexões obrigatórias assim como livro (OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS) de um gênio precursor da teoria da comunicação – Ludwig Wittgenstein (Wikipédia), pois precisamos sempre lembrar que a compreensão exata das palavras que usamos é algo pessoal e intransferível, pois quem nos ouve, lê, estuda etc. terá seu dicionário embutido em sua cabeça.
Criamos, portanto, um Ética Instintiva.
Com certeza nossos padrões podem variar, mas querer a felicidade e a vida com qualidade é algo natural. Sejam quais forem os argumentos e estereótipos procuraremos de coerência com aquilo que acreditamos realmente, na dimensão de n ossos instintos e crenças pessoais.
João Carlos Cascaes
Curitiba, 23 de janeiro de 2017

Foucault, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária Ltda., 2010.
Wikipédia. Ludwig Wittgenstein. s.d. <https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein>.


domingo, 1 de dezembro de 2013

O trabalho que a Desembargadora e Embaixadora da Paz realiza no Brasil - principalmente na Bahia



http://www.embaixadadapaz.org/site/papel-do-embaixador

Conversando com a Confreira e Embaixadora da Paz Luislinda Dias de Valois Santos - ponderações sobre ações ALJA

Ter, 06 de Dezembro de 2011 20:16 Acessos: 788
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Embaixadores são lideres cujas vidas exemplificam o ideal de vivência em benefício dos outros, e que se dedicam à promoção de valores morais universais, forte vida familiar,
cooperação inter-religiosa, harmonia internacional, renovação das Nações Unidas, mídia de massa responsável e o estabelecimento de uma cultura global de paz. Transcendendo barreiras raciais, nacionais e religiosas, os Embaixadores da Paz contribuem para a realização da esperança de todas as idades, um mundo unificado de paz, onde as dimensões espirituais e materiais de todas as realidades são harmonizadas, cabe ao Embaixador da Paz promover por todos os meios ao seu alcance a paz na resolução de conflitos, promover palestras junto a comunidade estudantil, grupos de jovens, terceira idade a cultura da paz, preservar o estado de direito em favor do homem como centro de inteligência a serviço se seu próximo.
Os Embaixadores da Paz promovem projetos voltados à reconciliação e paz.

Os Embaixadores da Paz são partes de uma rede global de líderes representando as religiões, as raças e a diversidade étnica da família, bem como todas as disciplinas do empreendimento humano. Eles se levantam inspirados por uma base comum de princípios compartilhados, e são comprometidos com a tarefa de promover a reconciliação, ultrapassando barreiras e construindo a paz.
MISSÃO DOS EMBAIXADORES DA PAZ
Embaixadores da paz são líderes de todos os campos da vida, dedicados à construção de uma comunidade mundial de paz através da aplicação dos princípios da Paz Universal.
O QUE É UM EMBAIXADOR DA PAZ?
Os Embaixadores da Paz são líderes representando as religiões, as raças e a diversidade étnica da família humana, bem como todas as disciplinas do empreendimento humano.
Eles se levantam inspirados por uma base comum de princípios compartilhados, e são comprometidos com a tarefa de promover a reconciliação, ultrapassando barreiras e construindo a paz.
O QUE FAZ UM EMBAIXADOR DA PAZ?
Atuam na formação e na expansão de uma aliança estratégica de parcerias pró-paz com indivíduos, instituições educacionais, religiosas, políticas e empresariais, e com os meios de comunicação e os governos.
Os Embaixadores da Paz são indivíduos e organizações dedicadas à construção de um mundo de eterna paz, onde cada indivíduo possa viver em liberdade, harmonia, cooperação e co-prosperidade.
O QUE FAZ O SENADOR DO PARLAMENTO.
Cabe ao Senador do Parlamento Mundial de Segurança e Paz conjuntamente com o Embaixador da Paz onde em nossas assembléias fazem uma simulação do funcionamento das Nações Unidas e de outras organizações relevantes para o seu trabalho, Permitindo aos estudantes dos ensinos secundários e superiores "viverem" o mundo das Nações Unidas, inteirando-se também do funcionamento e regras de procedimento de algumas das mais importantes instituições internacionais, propagando assim os altos ideias das Nações Unidas ONU.
Neste tipo de simulações, os estudantes têm a oportunidade de participar como delegados num dos diversos comités.
Para cada um dos órgãos, comissões e organizações (referidos adiante como "comités") que são simulados, são sugeridos à partida dois tópicos para debate.
A pluralidade temática dos "comités" torna possível a participação de estudantes das mais diversas áreas académicas, desde as ciências médicas, passando pelas letras até às ciências sociais e jurídicas.
Após estar devidamente inscrita e saber qual o país que irá representar, resta a cada delegação preparar-se da melhor forma possível para defender os interesses do ‘seu’ país durante a simulação.
Durante os debates, cada delegado deverá defender a política do Estado que estiver a representar (e não expressar as suas opiniões individuais), respeitando os assuntos e temas abordados pelo "comité".
O objectivo ideal (que, tal como na vida real, nem sempre é alcançado) será o de conseguir um consenso suficiente para aprovar um documento (uma resolução, por exemplo) em relação ao tópico em debate, o que não significa de todo que, nos comités onde tal não for possível, o trabalho desses elementos tenha sido menos meritório.
Apos o termino da Assembléia Geral do Parlamento será elaborado um documento que sera enviado do Secretario Geral da Onu Organização das Nações Unidas.
O QUE FAZ O DEPUTADO DO PARLAMENTO.
O Deputado do Parlamento Mundial de Segurança e Paz promovem junto com o Embaixador e o Senador do Parlamento debates, estando sempre vigilante aos desrespeitos aos Direitos Humanos.
O QUE FAZ O CONSELHEIRO DE DIREITOS HUMANOS DO PARLAMENTO.
O Conselheiro de Direitos Humanos “Alto Comissário de Direitos Humanos” atua conjuntamente com o Embaixador da Paz, com o Senador do Parlamento e com o Deputado, ele é a peça fundamental da estrutura do Parlamento, pois juntamente com a sociedade discute, denuncia, violações de direitos humanos as autoridades competentes e em casos mais graves comunica ao Embaixador da Paz ou ao Presidente do Parlamento Mundial de Segurança e Paz para que seja encaminhado a denuncia aos órgãos internacionais competentes.


Celso Dias Neves
Presidente Mundial
WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE




Embaixadores da Paz


GRATIDÃO OS HEROIS DA PANDEMIA