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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Retomei a leitura de livros que maravila!!!!!!!!!!

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

A pessoa idosa turista



A pessoa idosa turista
Viajar é o sonho daqueles que se aposentam. Muitos vivem trancados em lojas, fábricas ou escritórios chegando aos tempos de poder sair em longas viagens com vontade de ver tudo e que deixaram de conhecer pelo mundo afora.
Quando somos crianças as viagens têm os cuidados dos pais. Roteiros profissionais contam, ainda que precariamente, com a ajuda dos contatos distantes. Em muitos casos a vida profissional é um excelente aprendizado. Foi suficiente? E as cidades diferentes? As inovações? O crescimento espantoso da Humanidade? Novas taras e vícios?
Nunca estaremos plenamente preparados para enfrentar lugares distantes. O pesadelo ou alegrias será função da competência pessoal, da forma de viajar, como sairemos de nossos ninhos, onde iremos, quando, quanto tempo, com quem, saúde, mobilidade, acessibilidade, assistência clínica etc. e agora não ser confundido com fanáticos até do esporte ou cruzar com eles virando notícia.
Note-se que não existe e nunca haverá um padrão 100% seguro, bom e amável para ir longe.
Mundo de grandes cidades cria ambientes em que a probabilidade de cruzar com pessoas superagressivas cresce sempre, isso sem falar das inúmeras formas de ficar doente.
No passado as viagens tinham talvez mais riscos, ou muito mais. Eram, contudo, privilégios de gente em situações extremas. As muito ricas e poderosas em condições de equiparem-se para tudo e as mais pobres, acostumadas a qualquer rigor de tratamento.
Estivemos, eu e minha esposa, na França no seu outono de 2017. Arriscamo-nos a programas de custo classe média e à aventura de não usar empresas de turismo em viagens e passeios audaciosos.
Editando filmes, fotografias, criando reportagens e engordando blogs agora conseguimos pensar melhor e até lembrar que tivemos muita sorte, apesar de passearmos por um país que conhecemos relativamente bem, mas sempre escondendo (para nós) lugares especiais, ou srja, um casal de pessoas idosas para a aventura e testando limites.
É fácil atualmente saber previamente um pouco mais, ou muito mais de roteiros distantes. O que é chato é que ninguém diz tudo. Na preocupação de se vangloriar (inclusive com os famosos selfies) das experiências “maravilhosas”, vendo e ouvindo programas midiáticos, podemos cair em ambientes não muito amistosos ou simplesmente fazer confusões incríveis.
Pessoalmente gosto muito de usar o transporte coletivo urbano, aqui e em Paris, lá no Metrô quando o tempo é ruim e é importante a rapidez. Nessa última viagem realmente vi Paris descendo e entrando em inúmeras estações erradas (visão e audição reduzidas além de raciocínio mais lento). Algumas situações hilariantes eu me divertia contando-as à minha esposa, que preferia mais cautela e cuidados quando saia comigo.
E o dinheiro?
Parece que não gostam de dinheiro, só cartão de crédito ou bancário.
Passaporte? É importante até para dizer que apesar das aparências você é você, mas perde-lo será um desastre.
Esqueceu de validar tickets? Sue frio até chegar em “casa”. E nos hotéis de cidades mais velhas? Paris, por exemplo: Acessibilidade improvisada, material mal instalado, padrões diferentes etc. Sempre o receio de perder avião, trem etc., passar do tempo no hotel pode significar mudanças complicadas. Táxi para pequenas distâncias? É difícil. Felizmente agora existe o UBER, mas em Lisieux, lembrando uma situação com muitas histórias, quem precisar de táxi na estação de trem deverá telefonar (???) e o ponto de ônibus está parcialmente desativado... ôooo pernadas.
Paixões religiosas podem significar caminhadas de penitentes...
Felizmente as calçadas e ruas, boa sinalização, trânsito urbano disciplinado (cuidado com bicicletas, patinetes, monociclos  e outras novidades velhas, todos pensam que você ouve bem, enxerga melhor)  são quase perfeitas e se tivemos a sorte de levar bagagens mais leves com rodinhas, ótimo! E a esposa concorda com isso?
Milagrosamente as grandes greves (esporte tradicional francês) não aconteceram. O atual governo promove mudanças cuidadosamente e tem credibilidade
O pesadelo ou o paraíso começa no Brasil (de onde saímos e na Europa encontramos a liberdade inacreditável para brasileiros de poder ir longe simplesmente andando) e só termina quando voltamos, cansados, felizes, orgulhosos de termos escalado essas montanhas e com a coleção de coisinhas que damos para familiares sedentos de presentes raros (logo decepcionados ou felizes...).
Isso é uma gota de histórias de passeios inesquecíveis, mas que exigem mais e mais atenção à medida que envelhecemos.

Cascaes
21.11.2017


sábado, 24 de junho de 2017

Livros Digitais - quanto custa sua bibliuotezia





Livro digital

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Livro digital (livro eletrónico/eletrônico ou o anglicismo e-book) é qualquer conteúdo de informação, semelhante a um livro, em formato digital, que pode ser lido em equipamentos eletrônicos - computadoresPDAsLeitor de livros digitais ou até mesmo celulares que suportem esse recurso.[1]
Os formatos mais comuns de Ebooks são o PDF, HTML e o ePUB. O primeiro formato necessita do conhecido leitor de arquivos Acrobat Reader ou outro programa compatível, enquanto que o segundo precisa de um navegador de Internet para ser aberto. O Epub é um formato de arquivo digital padrão específico para ebooks.
Por ser um dispositivo de armazenamento de pouco custo, e de fácil acesso devido à propagação da Internet nas escolas, pode ser vendido ou até mesmo disponibilizado para download em alguns portais de Internet gratuitos.

Origem e evolução[editar | editar código-fonte]

Não existe um consenso sobre qual o primeiro livro digital. Alguns apontam o Thomisticus, um índice anotado dos trabalhos de Tomás de Aquino, feito por Roberto Busa no final da década de 1940. Esse fato é muitas vezes omitido, talvez porque o texto digitalizado era (pelo menos inicialmente) uma forma de criar um índice e concordância, ao invés de uma edição publicável.[2]
Michael Hart (à esquerda) e Gregory Newby (à direita) do Projeto Gutenberg, 2006
O mais forte candidato a criador do e-book é Michael Stern Hart, quando digitou a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América em 1971[3]. Hart foi também o fundador do Projeto Gutenberg, o mais antigo produtor de livros eletrônicos do mundo.[carece de fontes]

Linha do Tempo[editar | editar código-fonte]

  • 1971: Michael Hart lidera o projecto Gutenberg que procura digitalizar livros de domínio público para oferecê-los gratuitamente.
  • 1993: Zahur Klemath Zapata registra o primeiro programa de livros digitais. Digital Book v.1, DBF.
  • 1993: Publica-se o primeiro livro digital: Do assassinato, considerado uma das belas artes, de Thomas de Quincey.
  • 1995: Amazon começa a vender livros através da Internet.
  • 1996: O projecto Gutenberg alcança os 1.000 livros digitalizados. A meta é um milhão.
  • 1998: São lançados ao mercado os leitores de livros electrónicos: Rocket ebook e Softbook.
  • 1998-1999: Surgem sítios na Internet que vendem livros electrónicos, como eReader.com e eReads.com.
  • 2000: Stephen King lança seu romance Riding Bullet em formato digital. Só pode ser lído em computadores.
  • 2002: As editoras Random House e HaperCollins começam a vender versões electrónicas dos seus títulos na Internet.
  • 2005: Amazon compra Mobipocket na sua estratégia sobre o livro electrónico.
  • 2006: Acordo entre Google en a Biblioteca Nacional do Brasil para digitalizar 2 milhões de títulos.
  • 2006: Sony lança o leitor Sony Reader que conta com a tecnologia da tinta electrónica.
  • 2007: Amazon lança o Kindle.
  • 2008: Adobe e Sony fazem compatíveis suas tecnologias de livros electrónicos (Leitor e DRM).
  • 2008: Sony lança seu PRS-505.
  • 2009: Barnes & Noble lança o Nook.
  • 2010: Apple lança o iPad.

Vantagens em relação ao livro tradicional[editar | editar código-fonte]

A principal vantagem do livro digital é sua portabilidade. Pode ser facilmente transportado em disquetesCD-ROMspen-drives e cartões de memória. Como se encontra no formato digital, pode ser transmitido rapidamente por meio da Internet. Se um leitor que se encontra no Japão, por exemplo, tiver interesse em adquirir um livro digital vendido nos Estados Unidos ou no Brasil, pode adquiri-lo imediatamente e em alguns minutos estará lendo tranquilamente o seu e-book.[carece de fontes]
Outra vantagem é o preço. Como seu custo de produção e de entrega é inferior, um livro digital de alto padrão, como os encontrados em sítios especializados, pode chegar às mãos do leitor por um preço até 80% menor que um livro impresso, quando não for gratuito. Deve-se lembrar que o livro digital não precisa entrar em filas de impressão em gráficas, como ocorre tradicionalmente. Assim, uma vez prontos para distribuição, basta entrar em redes on-line de venda e distribuição[4].
Mas um dos grandes atrativos para livros digitais é o fato de já existirem softwares capazes de os ler, em tempo real, sem sotaques robotizados e ainda converter a leitura em uma mídia sonora, como o MP3, criando audio-books.[carece de fontes]

Direitos autorais[editar | editar código-fonte]

Assim como um livro tradicional, o e-book é protegido pelas leis de direitos autorais. Isso significa que eles não podem ser alterados, plagiados, distribuídos ou comercializados de nenhuma forma, sem expressa autorização de seu autor. No caso dos livros digitais gratuitos, devem ser observadas as regras e leis que regem as obras de domínio público ou registros de códigos abertos para distribuição livre.[carece de fontes]
Em 2010, os e-books continuaram a ganhar a quota de mercado para as versões em papel. Alguns editores de livros eletrônicos já começaram a distribuir os livros que estavam em domínio público. Ao mesmo tempo, os autores de livros que não foram aceitos pelos editores ofereceram seus trabalhos online para serem comprados e lidos. Além disso, a cópia e distribuição de livros protegidos por direitos autorais é muito menor do que a diferença com os discos. O motivo é demográfico, o complexo processamento digital e uma maior variedade de gostos e públicos. [5]
Apesar de a existência de direitos autorais garantir a rentabilidade dos livros, um estudo conduzido pela Universidade de Ilinois em Julho de 2013 mostrou que títulos protegidos tendem a acabar no esquecimento durante as décadas seguintes até que sejam reencontrados, após caírem em domínio público.[6]

Formatos[editar | editar código-fonte]

Escritores e editores possuem uma grande variedade de formatos à disposição quando se trata de e-books, cada um com suas vantagens e desvantagens. Os formatos mais populares são mostrados a seguir junto com os leitores de e-books que podem lê-los:
LeitorFormato
Amazon Kindle, Kindle Fire (color), Kindle Touch, Kindle Touch 3GAZW, PDF, TXT, non-DRM MOBI, PRC
Nook Simple Touch, Nook TabletEPUB, PDF
iPadEPUB, IBA (livros multitouch criados com o iBooks Author), PDF
Sony Reader PRS-350, PRS-650, PRS-950EPUB, PDF, TXT, RTF, DOC, BBeB
Kobo eReader, Kobo Touch, Kobo ArcEPUB, PDF, TXT, RTF, HTML, CBR (comic), CBZ (comic)
PocketBook Reader, PocketBook TouchEPUB DRM, EPUB, PDF DRM, PDF, FB2, FB2.ZIP, TXT, DJVU, HTM, HTML, DOC, DOCX, RTF, CHM, TCR, PRC (MOBI)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Ir para cima MOTA, M. O.; GOMES, D. M. O. A. Uma análise do comportamento do consumidor na adoção de inovação tecnológica: uma perspectiva brasileira dos livros eletrônicos. Revista de Negócios, v. 18, n. 4, p. 3-16, 2013, disponível em <http://www.spell.org.br/documentos/ver/17691/uma-analise-do-comportamento-do-consumidor-na-adocao-de-inovacao-tecnologica--uma-perspectiva-brasileira-dos-livros-eletronicos/i/pt-br>, acesso em 23/04/2014.
  2. Ir para cima [1] PRIEGO, Ernesto. Father Roberto Busa: one academic's impact on HE and my career. The Guardian. Acessado em 14 de Setembro de 2013.
  3. Ir para cima Michael S. Hart (em inglês)
  4. Ir para cima http://nishizawa.com.br/?p=503
  5. Ir para cima eBooks: la guerra digital global por el dominio del libro – By Chimo Soler (Historiador)
  6. Ir para cima [2] FREITAS, Eber. Copyright criou uma geração de livros esquecidos. Acessado em 14 de Setembro de 2013.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Conversando com a Confreira e Embaixadora da Paz Luislinda Dias de Valois Santos - ponderações sobre ações ALJA

Ter, 06 de Dezembro de 2011 20:16 Acessos: 788
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Embaixadores são lideres cujas vidas exemplificam o ideal de vivência em benefício dos outros, e que se dedicam à promoção de valores morais universais, forte vida familiar,
cooperação inter-religiosa, harmonia internacional, renovação das Nações Unidas, mídia de massa responsável e o estabelecimento de uma cultura global de paz. Transcendendo barreiras raciais, nacionais e religiosas, os Embaixadores da Paz contribuem para a realização da esperança de todas as idades, um mundo unificado de paz, onde as dimensões espirituais e materiais de todas as realidades são harmonizadas, cabe ao Embaixador da Paz promover por todos os meios ao seu alcance a paz na resolução de conflitos, promover palestras junto a comunidade estudantil, grupos de jovens, terceira idade a cultura da paz, preservar o estado de direito em favor do homem como centro de inteligência a serviço se seu próximo.
Os Embaixadores da Paz promovem projetos voltados à reconciliação e paz.

Os Embaixadores da Paz são partes de uma rede global de líderes representando as religiões, as raças e a diversidade étnica da família, bem como todas as disciplinas do empreendimento humano. Eles se levantam inspirados por uma base comum de princípios compartilhados, e são comprometidos com a tarefa de promover a reconciliação, ultrapassando barreiras e construindo a paz.
MISSÃO DOS EMBAIXADORES DA PAZ
Embaixadores da paz são líderes de todos os campos da vida, dedicados à construção de uma comunidade mundial de paz através da aplicação dos princípios da Paz Universal.
O QUE É UM EMBAIXADOR DA PAZ?
Os Embaixadores da Paz são líderes representando as religiões, as raças e a diversidade étnica da família humana, bem como todas as disciplinas do empreendimento humano.
Eles se levantam inspirados por uma base comum de princípios compartilhados, e são comprometidos com a tarefa de promover a reconciliação, ultrapassando barreiras e construindo a paz.
O QUE FAZ UM EMBAIXADOR DA PAZ?
Atuam na formação e na expansão de uma aliança estratégica de parcerias pró-paz com indivíduos, instituições educacionais, religiosas, políticas e empresariais, e com os meios de comunicação e os governos.
Os Embaixadores da Paz são indivíduos e organizações dedicadas à construção de um mundo de eterna paz, onde cada indivíduo possa viver em liberdade, harmonia, cooperação e co-prosperidade.
O QUE FAZ O SENADOR DO PARLAMENTO.
Cabe ao Senador do Parlamento Mundial de Segurança e Paz conjuntamente com o Embaixador da Paz onde em nossas assembléias fazem uma simulação do funcionamento das Nações Unidas e de outras organizações relevantes para o seu trabalho, Permitindo aos estudantes dos ensinos secundários e superiores "viverem" o mundo das Nações Unidas, inteirando-se também do funcionamento e regras de procedimento de algumas das mais importantes instituições internacionais, propagando assim os altos ideias das Nações Unidas ONU.
Neste tipo de simulações, os estudantes têm a oportunidade de participar como delegados num dos diversos comités.
Para cada um dos órgãos, comissões e organizações (referidos adiante como "comités") que são simulados, são sugeridos à partida dois tópicos para debate.
A pluralidade temática dos "comités" torna possível a participação de estudantes das mais diversas áreas académicas, desde as ciências médicas, passando pelas letras até às ciências sociais e jurídicas.
Após estar devidamente inscrita e saber qual o país que irá representar, resta a cada delegação preparar-se da melhor forma possível para defender os interesses do ‘seu’ país durante a simulação.
Durante os debates, cada delegado deverá defender a política do Estado que estiver a representar (e não expressar as suas opiniões individuais), respeitando os assuntos e temas abordados pelo "comité".
O objectivo ideal (que, tal como na vida real, nem sempre é alcançado) será o de conseguir um consenso suficiente para aprovar um documento (uma resolução, por exemplo) em relação ao tópico em debate, o que não significa de todo que, nos comités onde tal não for possível, o trabalho desses elementos tenha sido menos meritório.
Apos o termino da Assembléia Geral do Parlamento será elaborado um documento que sera enviado do Secretario Geral da Onu Organização das Nações Unidas.
O QUE FAZ O DEPUTADO DO PARLAMENTO.
O Deputado do Parlamento Mundial de Segurança e Paz promovem junto com o Embaixador e o Senador do Parlamento debates, estando sempre vigilante aos desrespeitos aos Direitos Humanos.
O QUE FAZ O CONSELHEIRO DE DIREITOS HUMANOS DO PARLAMENTO.
O Conselheiro de Direitos Humanos “Alto Comissário de Direitos Humanos” atua conjuntamente com o Embaixador da Paz, com o Senador do Parlamento e com o Deputado, ele é a peça fundamental da estrutura do Parlamento, pois juntamente com a sociedade discute, denuncia, violações de direitos humanos as autoridades competentes e em casos mais graves comunica ao Embaixador da Paz ou ao Presidente do Parlamento Mundial de Segurança e Paz para que seja encaminhado a denuncia aos órgãos internacionais competentes.


Celso Dias Neves
Presidente Mundial
WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE




Embaixadores da Paz


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