quinta-feira, 22 de março de 2018

Para o Sr. JUAREZ MACHADO, sobre a sua tela "SENHOR E SENHORA FULANO DE TAL", DE 1977.


Curitiba, 21 de março de 2018.

Caríssimo Juarez!

Acredito que você não se recorde de mim, mas nós já nos conhecemos pessoalmente. Acompanho sua arte através das décadas. Minha saudosa mãe esteve na Somma Gallery (ou Zomma Gallery, não me lembro do nome com exatidão), em New York, quando você ali realizou a sua primeira exposição no Exterior. Estive em várias exposições suas, aqui em Curitiba, desde o tempos de Ida & Anita, e depois através de Simões de Assis.

No ano de 1978 você participou da coletiva “Arte Barriga Verde” no BADEP, nesta capital, e expôs três telas, uma das quais “Senhor e Senhora Fulano de Tal”, de 1977, obra pela qual me apaixonei e comprei, e que na década de 90 a querida e saudosa Adalice Araújo me contou que esta foi a sua primeira pintura sobre tela, que ela teria visto no momento em que você a pintava.

Por ocasião do seu encontro com o casal Cascaes na mostra “Entre Deux Amours” em Paris, em 2017, você ficou muito contente por ter descoberto o paradeiro da tela “Senhor e Senhora Fulano de Tal” e disse aos Cascaes que gostaria de ter uma fotografia da mesma, para fazer constar de uma exposição com fotos de suas obras mais antigas.

Pois então envio-lhe o meu artigo abaixo...


...no qual eu faço o relato do sonho que tive com o seu quadro e que me levou a comprá-lo. No meu artigo está a foto da obra. Se por acaso você precisar de uma fotografia com mais definição, favor dizer-lhe, que lhe enviarei com muito prazer.

Muita gente agora conhece a história do meu sonho com o seu quadro. Uma história (isto é, a história de um sonho surrealista) que mereceria passar para os “anais da Memória Machadiana”, dados os desdobramentos que provocou na minha vida.

Na década de 70 tornei-me amigo do seu irmão Edson, e fiz a apresentação da sua primeira exposição individual em Joinville, que se chamou “Homenagem a Poetas, Jornalistas e Escritores”.  Nós ainda mantemos contato através do Facebook.

Grande abraço a você, com cumprimentos extensivos a Dª Melina.

Do
Francisco Souto Neto.

P.S.: Peço o favor de acusar o recebimento. Grato.

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Para não esquecer