A Academia de Letras José de Alencar começou como Associação de Cultura José de Alencar, em 04 de outubro de 1939, em Curitiba, Paraná. Atual presidente: Dra. Anita Zippin
quarta-feira, 19 de maio de 2021
ALJA ENCERRAMENTO DE REUNIÃOmdo 2o. PIQUENIQUE CULTURAL/2021 – MODALIDADE VIRTUAL – CONVOCAÇÃO
domingo, 9 de maio de 2021
Madrugada do Dia das Mães
Madrugada do
Dia das Mães
O dia
renasce lentamente, noite triste em Curitiba, o céu chorou.
Levantei-me
pensando em minha mãe, mulher valente, forte, educadora, professora e acima de
tudo mãe.
Acordei com
minha esposa ao meu lado, que maravilha. Sou uma pessoa privilegiada, ainda
vivo para relembrar bisavós e agora saber que eu e minha esposa já temos filhas,
netas e bisnetas, muitas mulheres e meninas, muitas mulheres, jovens e crianças
que com seus irmãos festejarão o Dia das Mães.
Será um dia
de imensas saudades, inúmeros lares no mundo inteiro de luto ou ainda
apavorados com a pandemia, medo da perda de mães essenciais. Sim, mães imperdíveis,
mas que nos deixam, vão talvez renascer renovando a missão divina da
maternidade.
Pessoalmente
choro a lembrança da Chiquinha, uma lagunense digna de Anita Garibaldi.
Interessante,
minha esposa mineira foi e continua sendo guerreira, amante, amada.
Tenho também
imenso orgulho do meu sobrinho Pedro e sua esposa Ana e a honra de conhecer
tantas outras mães adotivas.
É Dia das
Mães de 2021, concluo querendo homenagear minhas mães e acima de tudo mostrar
para minha esposa que não posso viver sem ela.
A vida pode
ser cruel, assim perdemos nossas mulheres precedentes, eu e a Tânia choraremos
a falta da Chica, da Jovita e das avós que conhecemos melhor. Eu com a
felicidade de ter visto duas bisavós em Laguna. Quantas gerações!
É dia de
alegria e lembranças, mas também de dores recentes para quem perdeu mães,
esposas, mulheres especiais.
Meus votos a
todos pelas mães, se vivem as tiveram ou ainda as têm, cuidem bem delas, só os
casais que viveram juntos mais tempo sabem o que foi gerar, criar, tratar com
muito amos seus filhos e filhas.
Mãe, seu
filho ainda vive e pensa muito em você...
João Carlos
Cascaes
Curitiba, 9
de maio de 2021
P.S.:
perdoem eventuais erros de redação está difícil corrigir com os olhos não
parando de lacrimejas, chorar.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
Violência ação policial na Favela do Jacarezinho
Violência
ação policial na Favela do Jacarezinho
A violência
no Brasil atual, vide “o Massacre na Favela do Jacarezinho”, é o resultado de
uma contracultura de muitos séculos que se desenvolveu no Brasil e gerou guerras
civis, caudilhos, cangaceiros, justiceiros e agora milícias e quadrilhas de
traficantes e assaltantes de toda espécie.
O Brasil é
um país de dimensões continentais, assim mostra índoles e culturas diferentes.
Infelizmente
o nosso Presidente da República prometendo combater os bandidos com violência,
não falou em aplicação da Justiça.
As desigualdades
sociais brutais transformam crianças em criminosos e criminosas.
As elites, a
“gente de bem” não é exatamente do bem. Elites privilegiadas de diversas
formas, principalmente sobre o poder de riquezas lícitas e ilícitas mandam no
Brasil.
Isso não é
privilégio brasileiro.
Máfia,
Tríades, Yakuza etc..; organizações criminosas existem por todo lado, algumas
com características diferenciadas, mas todas explorando vícios, negócios
ilegais, assaltos, contrabando e tudo o que der lucro sem muito esforço.
O trabalho honesto
exige disciplina, respeito a leis aceitas formalmente, respeito a sociedade.
Empreendedores
e empregados sérios e responsáveis procuram padrões honestos. Dificilmente
farão fortunas, exceto alguns realmente competentes.
No Rio de
Janeiro as contradições são explícitas.
As favelas
existem junto a bairros de altíssimo luxo.
A Polícia é
o exército de quem manda contra quem deve obedecer.
Jovens se
alistam e passam por processos de lavagem cerebral e treinamento de guarda e guerrilhas.
Os cariocas,
acima de tudo, recusam-se a ver e trabalhar pelo aprimoramento da Cidade
Maravilhosa.
São as
esquerdas do Chopp e tardes nas praias.
Com certeza
isso é quase demonstração de preconceito nosso, mas todos deveriam zelar pela
cidade e pensar que quando falam da Amazônia esquecem a Floresta da Tijuca e a
poluição na Baía da Guanabara.
Querem
serviços essenciais de primeira para quem, pode pagar. Grande parte da
população carece de esgoto, água encanada, acessibilidade, segurança e escolas,
creches e educação para a evolução necessária.
Nos tempos
da escravidão os negros eram tratados como bichos e os donos das senzalas
olhavam seus escravos como objetos comerciais.
A promiscuidade
era estimulada e o racismo radical.
Em 13 de
maio de 1888 a escravidão formal acabou, mas de fato os libertos foram jogados
às traças para exploração de fazendeiros, comerciantes, industriais e muito
mais “gente de bem”.
A vitória de
Jair Messias Bolsonaro trouxe de volta o fantasma do fascismo, da lógica do
mais forte. Venceu as eleições de goleada peala falsa esquerda brasileira
degradou-se nos sabores do Poder.
As
tentativas de administrar o Brasil estão balançando também pelo pesadelo do Covid,
uma pandemia que mostrou a desinteligência inacreditável de nosso governante
maior.
Felizmente à
medida que o tempo passa os Três Poderes mostram vontade de mudar e compensar
erros do Poder Executivo, nem sempre de forma correta.
O Rio de
Janeiro mostra isso tudo: violência, pandemia descontrolada, corrupção,
incompetência e gente desesperada.
Os policiais
serão talvez punidos.
Jovens e
adultos treinados para matar mataram gente demais.
De quem é a
culpa?
Dos traficantes?
Dos criminosos
donos do crime na Favela do Jacarezinho?
Quem mais?
O que fazer?
João Carlos
Cascaes
Curitiba, 7
de maio de 2021
sexta-feira, 30 de abril de 2021
29 e 30 de abril de 2021 outono em Curitiba muitas tristezas a poes...
29 e 30 de abril 2021, outono em Curitiba, dia triste,
amigos e brasileiros doentes, lembranças de tempos melhores, dias gelados,
flores e folhagens, luzes em casa, telas e lembranças amigas, COVID
quarta-feira, 28 de abril de 2021
Balas Zequinha
Balas Zequinha
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domingo, 25 de abril de 2021
A perda prematura do pai e a sobrevivência da família
Nossas famílias (minha e de minha esposa) perderam os pais muito cedo. Em 1966 Pedro Cascaes faleceu após curto período de conhecimento do câncer que o fulminou e minha mãe não estava preparada para o desafio da viuvez.
Minha irmã
viu-se obrigada a cuidar dos negócios familiares ainda muito jovem pois todos
aceitavam o fato de que eu, sendo casado, estudante em Minas Gerais e com uma
filha recém-nascida deveria continuar os estudos.
Meu irmão, o
Pedrinho para nós, era criança. Sentiu demais a falta do pai, o que lhe afetou
a vida posterior de forma decisiva.
Com certeza
o Pedro Cascaes não sonhava que isso pudesse acontecer. Tinha muita saúde,
escapara com vida até da Gripe Espanhola que contraiu na infância, sucumbiu ao
câncer. Fumava demais.
Pedro que os
amigos chamavam de Pedrinho era espartano, lúcido, cauteloso, trabalhador e
vivia para as famílias, em casa e em Florianópolis.
Deixou muito
dinheiro e logo minha mãe e a Soneca mostraram o que fazer com o dinheiro.
Compraram um belo carro, mais tarde um apartamento em Camboriú que muito pouco
não se transformou em tragédia. O bloco de quatro pavimentos onde estava esse
sonho de lazer desabou meio mês antes de ser ocupado.
Ir passar
férias em Santa Catarina ganhou outra dimensão para nós em Curitiba.
O estilo
folgado era o prêmio que meu pai sonhava ter após a minha formatura, imagino.
Minha irmã
assumiu responsabilidades enormes soube cuidar da mãe enquanto aguentou. A
velhinha era uma fera quando provocada.
NO principal
reflexo da ausência do pai foi a educação do meu irmão. Ele unia suas gaiatices
com o trabalho e seu estilo de líder o envolveu em atividades políticas que meu
pai abominaria, imagino!
De longe
vimos tudo isso e por azar quando o mano foi estudar no CEFET em Curitiba,
1972, mudamos para Florianópolis onde fiz mestrado. A liberdade que usufruiu em
Curitiba levou o Pedrinho para amigos laboriosos e modernos. Vendeu até sandália
na feirinha. Repetiu lá o que fizera em Blumenau vendendo limão do quintal de
casa de um amigo. Eles foram surpreendidos pela mãe, insistentemente convidada
a comprar as frutas. Naturalmente tudo
virou piada pois os vendedores deviam ter algo em torno de 5 a 6 anos.
Infelizmente
nem tudo eram alegrias, mas situações divertidas aconteceram quando o Pedrinho
pode dirigir carros e cuidar de uma loja na Rua 15. Um dia minha mãe foi ao dentista,
Dr. Tonolli, e da cadeira de trabalho dele viu um carro atolado na prainha
sendo empurrado por pessoas com o uniforme da Instaladora. Era meu irmão que tinha atolado por lá durante
a noite com uma namorada...
Os negócios
prosperaram até a criação do Plano Real, foi um desastre em Blumenau.
Antes disso,
contudo, compraram um apartamento no Edifício Aquarius em Balneário de
Camboriú, lugar que minhas filhas aproveitaram ao máximo.
Quando foi
possível eu e a Tânia passamos a ter nosso ninho num conjunto que tinha até
piscina. A partir daí a praia perdeu importância e a Isabela e a Juliana
ganharam um lugar especial. O Caio Lúcio também, praia para quê?
Isabela até
ajudou o porteiro a controlar a cancela... O Caio um dia fez xixi na cabeça do
zelador... as artes e festas eram rotina que eu aproveitava nos finais e semana
e nas férias.
Deixando
amenidades de lado fico pensando no que vemos agora, diariamente, com as
viúvas, órfãos, pessoas que perdem a estrutura emocional e material morrendo de
Covid e outras doenças por falta de atendimento pleno.
A tristeza é
uma sombra diária...
João Carlos Cascaes
Curitiba, 25 de abril de 2021
https://tinformando-meus-blogues.blogspot.com/
quinta-feira, 15 de abril de 2021
Destaque para apresentação da nova sede da ALJA - gravação interrompida ...
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
Momento democrático MVI 0788
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
Com a palavra nossa Presidente Confreira Anita Zippin MVI 0787
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
Confrade Engelbert com a palavra MVI 0786
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
Critérios e expectativa dessa primeira reunião cibernética MVI 0785
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
início de reunião da Diretoria da ALJA - preparativos MVI 0784
Reunião da Diretoria da ALJA, Reunião a distância,
planejamento ALJA, voluntariado, análises de desempenho, Academia de Letras
José de Alencar
sexta-feira, 9 de abril de 2021
PRIMEIRA REUNIÃO DA ALJA DO ANO DE 2021 ------ MAIORES INFORMAÇÕES NO EMAIL
quarta-feira, 7 de abril de 2021
ESPERANÇA VACINAL
ESPERANÇA VACINALJadson Porto, 06/04/2021Em uma caixa, era a sua moradaDe lá, foi a última a sairCom diversos males estava encaixadaA curiosidade fez a caixa abrir.Esperança é a sua graçaConvivia entre males e desgraçasEm uma caixa fechada, com pirraçasNão se contaminou e com todos se engraça.Da caixa saiu, pelo mundo percorreEm diversas formas e boas intençõesEm expectativas e possibilidades discorreCom curas, alegrias e aspirações.Hoje, a Esperança tem nova moradaPequena, transparente, a todos fascinaEm formato líquido, a ser inoculadaSeu novo nome é Vacina.
domingo, 28 de março de 2021
“Mulheres das Letras”, um evento marcante
Centro de Letras do Paraná
Março de 2021
“Mulheres das Letras”, um evento marcante
Alcançou excepcional repercussão o evento remoto “Mulheres das Letras”, que o Centro de Letras do Paraná realizou, em nove de março, homenageando mulheres de destaque no meio cultural paranaense.
Nove associadas do CLP
presidem outras entidades!
Abrindo o evento “Mulheres das Letras”, foram homenageadas nove associadas do Centro de Letras que se revelam líderes também em outras entidades, presidindo-as. Todas participaram e falaram sobre suas atividades e as instituições que presidem: Andréa Motta Paredes, Presidente da União Brasileira de Trovadores – Seção Curitiba e Estadual do Paraná; Anita Zippin, Presidente da Academia de Letras José de Alencar; Cássia Cassitas, Presidente da Academia Feminina de Letras do Paraná; Chloris Casagrande Justen, Presidente do Centro Paranaense Feminino de Cultura e que presidiu a Academia Paranaense de Letras; Lilia Maria Machado Souza, Presidente da Academia Paranaense da Poesia; Maria Inês Borges da Silveira, Presidente da Academia de Cultura de Curitiba (ACCUR); Maria Teresa Marins Freire, Presidente da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritoras – Coordenadoria do Paraná; Valéria Borges da Silveira, Presidente da Associação Literária Lapeana, do município da Lapa; e Vânia Maria Souza Ennes, Grã-mestra da Soberana Ordem do Sapo. A participação de todas abrilhantou o evento!
Presidentes homenageadas
As homenagens se estenderam às cinco mulheres que já presidiram o Centro de Letras. As duas primeiras, Leonor Castellano, Presidente de 1949 a 1952, e Juril de Plácido e Silva Carnasciali, Presidente na gestão 1968/70, tiveram suas memórias exaltadas pelas escritoras Teresa Teixeira de Britto e Vânia Maria Souza Ennes, integrantes da atual Diretoria. Em seguida, participaram as outras três Presidentes: Alzeli Bassetti, Adélia Maria Woellner e Neumar Carta Winter, que relataram aspectos relevantes das suas gestões e da história da entidade. Momentos maravilhosos!
Lembradas outras colaboradoras
Também foram lembradas outras mulheres de destaque e que colaboraram com a Diretoria do CLP, em diferentes épocas, e citadas todas as que hoje ocupam cargos na Diretoria e suas Comissões de Assessoramento.
Poesia e música presentes
O evento também teve poesia e música. Os poetas Emanuel Mascarenhas Padilha e Cyroba Cecy Braga Ritzmann apresentaram poemas, de suas autorias, em homenagem às mulheres. Na abertura, a compositora Ediméia Barreto da Silva executou, ao piano, uma das suas belas obras. Manoel Anísio Moscalewski encerrou o evento com apresentação musical em homenagem a todas mulheres.
segunda-feira, 1 de março de 2021
LOCKDOWN
LOCKDOWN (por mim, Vera Rauta)
Moro em Curitiba, Capital do Paraná
Aquela que já foi chamada de Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais
Sou guria, uso japona, adoro vina e pinhão
É a minha cidade do coração.
Minha cidade é para ser vista e apreciada, vivida e contemplada
Mas, eis que de repente...
Gente...
Não é que estamos novamente em lockdown?
Em tempos de pandemia, de agonia e de monotonia
Sei que se trata de uma medida de segurança
Que afeta não apenas a minha vizinhança.
Lockdown? Como funciona?
Temos restrição à circulação
Bloqueio total de uma região
É uma recomendação.
Já disse que Curitiba é a minha cidade do coração
E em tempos de lockdown
Esse coração fica sobressaltado e preocupado
Aflito e solito.
Quantas vidas já se foram
Quantas famílias imploram
Um leito em um hospital
Para pacientes em estado terminal.
Quantos médicos e enfermeiros
Sem parar um dia inteiro
Tentando salvar vidas
E tanta gente, poxa vida
Nem aí para essa corrida...
Mas eis que vem a vacina
Que traz uma grande esperança
Que ela interrompa essa transmissão
Para também curar meu coração.
Para que Curitiba volte a ser a inspiração
A cidade do ligeirinho, da bolacha e do penal
Porque aqui não há lugar para esse mal
Apenas queremos voltar ao normal
Lockdown: tchau!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DIREITO DO CONSUMO
De: Mário Frota <mariofrota@sapo.pt>
Enviado: terça-feira, 23 de fevereiro de 2021 08:36
Para: Mário Frota <mariofrota@sapo.pt>
Assunto: CELEBRAÇÕES DO DIA MUNDIAL DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR
CELEBRAÇÕES DO DIA MUNDIAL DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR
A apDC, pela sua Delegação de Leiria e em cooperação com o Politécnico de Leiria, leva a cabo a
I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DIREITO DO CONSUMO
sob o lema
“CONSUMO SUSTENTÁVEL”
Para além dos Profs. Mário Frota, Susana Almeida e Fernando Silva, intervêm como oradores os Profs. Guillermo Orozco Prado (Universidade de Granada, Espanha) e Bruno Miragem (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil).
Os temas versados são de uma importância ímpar para o presente e futuro da sociedade:
da “Economia Circular”
ao combate à “Obsolescência Programada”
com realce para a “Transição Ecológica das Políticas de Consumidores”,
no quadro da Nova Agenda Europeia do Consumidor (2021/2025).
O evento realizar-se-á através de plataforma digital e principiará às 14.30 de 19 de Março do ano em curso.
A participação é gratuita.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
Alguns cuidados de garoto de Blumenau
Alguns cuidados de garoto de Blumenau
Infelizmente as fotografias de minha
infância são raras e não mostram o que era viver em Blumenau e passar as férias
em Florianópolis ou Laguna. Era uma época radicalmente diferente da atual.
Parece que nascemos em outro mundo.
Ainda pouco acendi um palito de
citronela para afugentar as moscas. Pequeninhas, mas que aparecem
principalmente sobre a fruteira. Fica a dúvida sobre o que fazer, mas é uma
oportunidade de lembrar dos mosquiteiros, da espiral do “Boa Noite” e
principalmente de um esporte que pratiquei durante muito tempo: matar esses insetinhos
(pura covardia minha) com um elástico. Era bom na pontaria e na casa em que
moramos passávamos o dia brincando na rua, florestas de Blumenaus, em casa e no
quintal. O porão era muito alto e assim o andar piso da casa era multi uso. Não
gostava quando a empregada limpava as paredes. Meus troféus desapareciam.
Blumenau foi espaço para uma infância
e juventude especial.
Pensava, é normal até primos citarem
relacionamentos com famílias. Lá em casa isso não existia, tralvez porque os
sobrenomes das famílias tradicionais fossem alemães.. Virou diversão mais
tarde, quando o turismo começou para valer, ouvir turistas dizerem aonde
queriam ir...
O tempo era diferente, saíamos de
casa com a recomendação sempre repetida, cuidado com coice de cavalo cobras,
não pisem em xixi de cavalo, nada de pescar, etc.
Que recomendações os pais dão hoje?
Poucas pois exceto crianças mais pobres saem de casa sozinhas.
Os carros mudaram a vida urbana, para
pior...
A pandemia mais ainda, que adultos
teremos?
Felizes ou malucos?
João Carlos Cascaes
Curitiba, 15 de fevereiro de 2021
domingo, 14 de fevereiro de 2021
O bloco da vacina sai à rua, com agendamento.
ÊTA... ... ...
| 13 de fev. de 2021 22:13 (há 19 horas) | ![]() ![]() | ||
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Ê T A, B I C H O L E V A D O!
Ê T A, B I C H O L E V A D O!
Anita Zippin
Êta, bicho levado!
Chegou, viajou muito, fez turismo, percorreu todos os países em tempo recorde e, não quer ir embora.
Vem com ar de novidade, recebe o nome feio de Covid19.
Já deveria ser Covid20, Covid21, mas resolveu aceitar o título que lhe deram. Vai que tem um mais bonito para tanta maldade.
Peludo! Ou será cheio de pontas? Redondo já chega repleto de manias. Gosta, não gosta, quer, não quer; até parece que vai reinar por muito tempo.
A gente demora anos para descobrir o que os filhos gostam ou não gostam. Maridos, então? Nem falar. Estes são bons, mas vem de outra formação. Tem gente que leva a vida inteira tentando agradar seu companheiro, ou companheira e, quase nunca acerta.
Mas este bicho levado, que já está há um ano por aqui. A gente sabe tanto, mas tanto ! E a mídia, voltou-se inteira para ele; o dia inteiro nas manchetes:
Ele gosta de abraço. De beijinho, então? Deve se sentir muito bem.
E tosse, então? Fica o bicho na torcida, mais tosse, mais tosse. Tomara que com muita gente ao redor.
Frio é sua estação preferida. Mas em sua viagem pelo mundo, gostou de tudo. Até do imenso calor da África.
Contam que não gosta de álcool líquido. Tem de ser em gel . As garrafas e mais garrafas tomadas por aí, parece que não o assustam, pelo contrário. Quanto mais gente a comemorar, mais tempo ele irá ficar.
E que chato! Não abandona os idosos. Parece que nunca teve mãe, pai, ou avós? Gruda com todas as forças nestas pessoas e, quanto mais cabelos brancos, mais ele quer conhecer, dar trabalho e, quem sabe, ficar até esgotar a energia dos coitados que tem pouco tempo de vida.
Ele adora festa, aglomeração. Mas, como castigo, já que veio num carnaval e saiu dançando por aí, desta vez não terão os tradicionais. Sei, entendi muito bem! Já está de olho nas fantasias em festas clandestinas. Ah, vai querer ser um pierrô? Ou uma colombina? Azul ou rosa? Menino ou menina? Pelo seu mau humor, nada combina.
Detesta gente que fica em casa. Ah! Estes nem recebem sua visita. Tem pavor de pessoas isoladas. Pode ser porque vão ficando tristes, de mal com a vida, ou até ficam rezando para que o bicho vá embora de uma vez.
Adora passear pelas ruas de todas as cidades e, como a brisa voa e não deixa as pessoas enxergarem onde ele está a passar. Percorre todos os lugares abertos, fechados e gosta mesmo de ônibus lotado, de hospital sem leito, de idoso sem poder respirar. Ah! Isto sim, é a glória. Parece até que bate palmas quando vê as covas rasas a levarem gente que ele visitou e agora estão numa lista enorme a receber o adeus. Lágrimas dele? Só se for de crocodilo.
Se o bicho escolhe quem levar primeiro? Tal qual produtos que usam contra ele, que chamam de vacinas, vai quem estiver pela frente. Não respeita família, posição social, importância da pessoa na sociedade, se é um artista, um escritor. Seja o que for, passa o dia e a noite ávido por mais vítimas. Mil? É pouco! Adora quando contam que foram 220.000, ou 400.000 de uma cidade com nome de santo, parece que São Paulo. Gosta tanto, que é capaz de ir às igrejas ser conhecido. Basta que tenham vontade de olhar para o alto. Enquanto estão lá com suas bíblias e músicas, os sinos badalam por mais vítimas que ele deu causa, vai entrando disfarçadamente, sem deixar vestígios. E, como se sente bem!
Ah! Lembrando mais uma vez do carnaval, apareceu do nada e exige de todo mundo máscaras. Bonitas, feias, grandes, pequenas, coloridas, lisas. Não importa. Pensa que o mundo é um grande baile de máscaras, como o famoso Baile em Veneza. Em vez de alegria, tristeza.
Batom, maquiagem, mulheres belas? Está nem aí. Bonita ou feia caiu na rede, é peixe!
Etâ bicho levado!
Agora fazem filmes e livros sobre você e, nem vê, tampouco lê. Vaidoso!
Veio para incomodar.
Irá embora um dia? Daqui a 20, 30 anos, ou mais.
Por enquanto, receberá umas cócegas na barriga; vacinas fraquinhas que nem o afastam. Mas, fica meio assustado com outras que ainda podem chegar. Umas tem só perfume que ele não gosta. Outras? Quem sabe, quem sabe.
Até lá, deita e rola! Ri e nunca chora.
Ama a desgraça alheia. Vai e vem onde tem vontade. É o comentário do século e fica todo garboso, com o peito cheio de pelinhos, vira uma bolinha redonda de tanta alegria.
Êta, bicho levado!
Tomara um dia saia do nosso lado!
Por enquanto, vamos conviver. Você lá e eu cá.
Como diz marchinha de carnaval:
“Neste ano, tá combinado. Nós vamos pular separados”.
Xô, bicho levado!
(Anita Zippin, advogada, jornalista, Presidente da Academia de Letras José de Alencar e membro do Observatório de Cultura do Paraná)
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A rosa vermelha é símbolo místico em várias ordens arcanas do conhecimento. O perí...
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O Universo dentro e fora do ser humano Hipóteses 1 – A complexidade da Natureza ultrapassa tremendamente nossa capacidade de compre...




