quarta-feira, 30 de novembro de 2016

NOVOS MEMBROS DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR E O LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA DE BOLSO "INSPIRAÇÃO", por Francisco Souto Neto.

NOVOS MEMBROS DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR E O LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA DE BOLSO "INSPIRAÇÃO", por Francisco Souto Neto.

PORTAL IZA ZILLI
- O maior  Portal de comunicação social do Paraná -


Iza Zilli

Comendador Francisco Souto Neto

Novos membros da Academia de Letras José de Alencar e o lançamento da antologia de bolso “Inspiração”

Francisco Souto Neto

Em 22 do corrente realizou-se uma sessão solene na Academia de Letras José de Alencar, presidida por Anita Zippin, comemorativa aos 77 anos de existência daquela instituição, com o ingresso de associados nas categorias Titulares, Efetivos e Correspondentes, realizada no Palacete dos Leões.

Os novos sócios efetivos, todos indicados e apresentados pela presidenta Anita Zippin, são Noilves Araldi, Rubens Faria Gonçalves e Vera Rauta. Os sócios titulares são Cibele Cristina Freitas de Resende, Dione Mara Souto da Rosa, Rosana Andriguetto de Carvalho, Luiz Fernando de Queiroz e Alberto Silva Gomes. Na categoria de sócio correspondente, Ledir Marques Pedrosa, de Campo Grande, MS. 

O Palacete dos Leões, onde ocorreu a solenidade, é o belíssimo prédio histórico onde funciona o Centro Cultural BRDE, franqueado à Academia para que ali sejam realizadas as suas reuniões e festividades.

Ao início das solenidades, foi empossada a nova diretoria para o biênio 2017/2018, constituída pelos acadêmicos Anita Zippin (presidenta), Arioswaldo Trancoso Cruz (vice-presidente), Celso de Macedo Portugal (secretário geral), Francisco Souto Neto (2º secretário), Janske Niemann Schlenker (1ª tesoureira), Vera Rauta (2ª tesoureira), João Carlos Bonat (diretor de arte e design), Lílian Deise Guinski (diretora de animação), Luiz Fernando Queiroz (diretor de editoração), Hamilton Bonat (diretor de assuntos externos), Tânia Rosa Ferreira Cascaes (diretora sócio-cultural), João Carlos Cascaes (diretor de mídia eletrônica), Joatan Marcos de Carvalho (1º orador) e Alberto Gomes (2º orador). 

Uma moção de júbilo foi entregue à presidenta Anita Zippin por seu proponente, o acadêmico João Carlos Bonat, pelos motivos exaltados em sensível discurso pelo presidente de honra Prof. Arioswaldo Trancoso Cruz. 

Entre um e outro quadro, apresentou-se o saxofonista Wilde Pereira Dias.

Como último tema tratado na reunião magna, Anita Zippin fez o lançamento oficial do Volume 1 da Antologia de Bolso da Academia de Letras José de Alencar, que leva o título de “Inspiração”. Ao mesmo tempo, enalteceu o empenho do acadêmico Luiz Fernando de Queiroz, presidente da Editora Bonijuris, que tornou realidade este projeto.

A coleção, que terá dez pequenos volumes para leitura rápida, organizada por Anita Zippin e Joatan Marcos de Carvalho, começou com uma sugestão do citado editor Luiz Fernando de Queiroz que, ars gratia artis, realizou uma tiragem de 12 mil exemplares do Volume 1 que tem “Inspiração” como tema, desenvolvido em prosa e poesia por dez membros da Academia de Letras José de Alencar, de Curitiba: Anita Zippin, Ariadne Zippin, Arioswaldo Trancoso Cruz, Celso de Macedo Portugal, Dione Mara Souto da Rosa, Francisco Souto Neto, Hamilton Bonat, Joatan Marcos de Carvalho, Rosana Andriguetto e Tânia Cascaes.

Essa Antologia de Bolso será distribuída gratuitamente em lugares públicos como, por exemplo, no interior de ônibus, e nos mais diversos locais. O propósito é o de levar as letras e o estímulo à leitura às várias camadas da população.

O Volume 1 da Antologia de Bolso contou com o apoio técnico de Dulce de Queiroz Piacentini na revisão, Jéssica Regina Petersen na produção gráfica, de Rubens Faria Gonçalves – membro da Academia – na foto de uma tela de A. Wainer e na criação da capa, e da Nexo Design na diagramação.

O leitor que quiser conhecer o Volume 1 da Antologia de Bolso, encontrará a totalidade do seu conteúdo no seguinte link:


O vice-presidente Arioswaldo Trancoso Cruz encerrou a solenidade, convidando os presentes a um coquetel no salão contíguo, servido pela Pani em Casa.

Adiante, as fotografias da solenidade, culminando com algumas do coquetel.


FOTO 1 – O CONVITE PARA A SESSÃO SOLENE COMEMORATIVA AO 77º ANIVERSÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR, E OS NOMES DOS NOVOS ACADÊMICOS. ESTE MODELO DE CONVITE FOI CRIADO PELO ACADÊMICO JOÃO CARLOS BONAT. 


FOTO 2 – ACIMA, LUIZ FERNANDO DE QUEIROZ, IDEALIZADOR E EDITOR DA ANTOLOGIA DE BOLSO DA ACADEMIA. FOTO ENCONTRADA NA INTERNET.



FOTO 3 – ALBERTO GOMES CONVERSANDO COM DIONE MARA SOUTO DA ROSA E RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO SOUTO NETO.



FOTO 4 – O ACADÊMICO JOÃO CARLOS CASCAES, DA DIRETORIA DA ALJA, QUEM FAZ A FILMAGEM DA SOLENIDADE. FOTO SOUTO NETO.



FOTO 5 – NORMA BONAT E O MARIDO HAMILTON BONAT. ENTRE AMBOS, A ACADÊMICA WALDEREZ. NA FILA DE TRÁS, CELSO PORTUGAL E ESPOSA. FOTO SOUTO NETO.



FOTO 6 – ADRIANO SIQUEIRA, DIONE MARA SOUTO DA ROSA E RUBENS FARIA GONÇALVES. ATRÁS, HAMILTON BONAT. FOTO SOUTO NETO.



FOTO 7 – ISABELLE AGUILAR E GUILHERME CONFORTIN. FOTO SOUTO NETO.


FOTO 8 – NOILVES ARALDI, DIONE MARA SOUTO DA ROSA E RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO SOUTO NETO.



FOTO 9 – NOILVES ARALDI, DIONE MARA SOUTO DA ROSA E RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 10 – NOILVES ARALDI, DIONE MARA SOUTO DA ROSA E RUBENS FARIA GONÇALVES. EMERGINDO ATRÁS DO RUBENS, O VAMPIRO DRÁCULA? NÃO, É O ACADÊMICO FRANCISCO SOUTO NETO. FOTO ADRIANO SIQUEIRA. 


FOTO 11 - SANDRA MOREIRA, ALEXANDRE DO VALLE E ANITA ZIPPIN.



FOTO 12 – A PLATEIA. EM PRIMEIRO PLANO, ROSANA ANDRIGUETTO. NA SEGUNDA FILA, O POETA MAMED ZAUITER. NA TERCEIRA FILA, LÍLIAN GUINSKI. NA QUARTA FILA, FRANCISCO SOUTO NETO, ISABELLE AGUILAR E GUILHERME CONFORTIN. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 13 – HAMILTON BONAT, ANITA ZIPPIN, ARIOSWALDO TRANCOSO CRUZ E ALBERTO GOMES. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 14 – CHARYANA GAMBALLE CORREIA ENTRE SUA MÃE E ANITA ZIPPIN. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.


FOTO 15 – INÍCIO DAS SOLENIDADES. DA ESQUERDA PARA A DIREITA: WILDE PEREIRA DIAS, ANITA ZIPPIN, JOATAN CARVALHO, ARIOSWALDO TRANCOSO CRUZ, ANA TEREZINHA, CELSO PORTUGAL E PAULO BITTENCOURT. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.


FOTO 16 – VERA RAUTA COM SEU MARIDO. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 17 – O DISCURSO DE DIONE MARA SOUTO DA ROSA. FOTO ISABELLE AGUILAR. 

FOTO 18 – ENCERRANDO SEU DISCURSO, DIONE MARA SOUTO DA ROSA RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE ANITA ZIPPIN. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 19 – FRANCISCO SOUTO NETO COLOCANDO A TOGA NOS OMBROS DE DIONE MARA SOUTO DA ROSA. FOTO ISABELLE AGUILAR.



FOTO 20 – FRANCISCO SOUTO NETO COM DIONE MARA SOUTO DA ROSA QUE SEGURA O SEU DIPLOMA DE MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.


FOTO 20-A – FRANCISCO SOUTO NETO COM DIONE MARA SOUTO DA ROSA QUE SEGURA O SEU DIPLOMA DE MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 21  ANITA ZIPPIN COMANDANDO O CERIMÔNIA. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.


FOTO 22 – FRANCISCO SOUTO NETO COLOCANDO A TOGA NOS OMBROS DE RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO ISABELLE AGUILAR.



FOTO 23 – FRANCISCO SOUTO NETO COM RUBENS FARIA GONÇALVES QUE SEGURA O SEU DIPLOMA DE MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.




FOTO 25 – RUBENS FARIA GONÇALVES OUVINDO A LEITURA DO SEU CURRÍCULO. FOTO ISABELLE AGUILAR. 

FOTO 25 - O DISCURSO DE ALBERTO GOMES.


FOTO 26 – NOILVES ARALDI COM SEU DIPLOMA, ENTRE SEUS FILHOS. FOTO ADRIANO SIQUEIRA. 



FOTO 27 – RUBENS FARIA GONÇALVES, DIONE MARA SOUTO DA ROSA E NOILVES ARALDI SENTADOS, APRECIANDO A CERIMÔNIA. FOTO ISABELLE AGUILAR.



FOTO 28 – FRANCISCO SOUTO NETO RECEBE O DIPLOMA EM NOME DE SUA PRIMA LEDIR MARQUES PEDROSA, SÓCIA CORRESPONDENTE DE CAMPO GRANDE, MS. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 29 – TÂNIA ROSA FERREIRA CASCAES, ALBERTO GOMES (QUE RECEBE SEU DIPLOMA DE SÓCIO EFETIVO), JOATAN CARVALHO E ARIOSWALDO TRANCOSO CRUZ . FOTO ADRIANO SIQUEIRA.


FOTO 30 – CIBELE RESENDE RECEBE SEU DIPLOMA DE SÓCIA TITULAR DAS MÃOS DE ANITA ZIPPIN. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 31 – ROSANA ANDRIGUETTO RECEBE SEU DIPLOMA DE SÓCIA TITULAR DAS MÃOS DE SEU MARIDO JOATAN DE CARVALHO. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 32 – HAMILTON BONAT RECEBE O TROFÉU INSPIRAÇÃO.


FOTO 33 – ARIADNE ZIPPIN LORENZET RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SHARYANA GAMBALLE CORREIA. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.





FOTO 34 - DIONE MARA SOUTO DA ROSA COM SEU DIPLOMA, APLAUDIDA POR RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 35 - WILDE PEREIRA DIAS AO SAXOFONE. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 36 – ANITA ZIPPIN ENCERRA A SESSÃO, FALANDO SOBRE A ANTOLOGIA DE BOLSO, DA ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 37 – ARIADNE ZIPPIN, PROPRIETÁRIA DA PANI EM CASA, QUEM PREPARA O COQUETEL PARA OS CONVIDADOS. FOTO ADRIANO SIQUEIRA.



FOTO 38 – DURANTE O COQUETEL. GUILHERME CONFORTIN SERVINDO-SE. FOTO SOUTO NETO.


FOTO 39 – RUBENS FARIA GONÇALVES DURANTE O COQUETEL. FOTO RUBENS FARIA GONÇALVES.


FOTO 40 – FINAL DE FESTA: ANITA ZIPPIN ENTRE FRANCISCO SOUTO NETO E RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO GERALDO FUCHS.



FOTO 41 – FINAL DE FESTA: ANITA ZIPPIN ENTRE FRANCISCO SOUTO NETO E RUBENS FARIA GONÇALVES. FOTO GERALDO FUCHS.



FOTO 42 – FRANCISCO SOUTO NETO E RUBENS FARIA GONÇALVES NO FINAL DA FESTA. FOTO GERALDO FUCHS.



FOTO 43 – RUBENS FARIA GONÇALVES SAINDO DO PALACETE DOS LEÕES, AINDA USANDO A SUA TOGA DE ACADÊMICO. FOTO SOUTO NETO.


domingo, 27 de novembro de 2016

Fim do mundo!

Fim do mundo!
Cardosofilho

          Muitos brasileiros acreditaram que com Dilma Rousseff fora do governo nossos problemas estariam resolvidos. Bom que fosse. Na verdade, ela era apenas uma parte do grande problema Brasil. Pois veio Michel Temer, escalou ótima equipe econômica, mas os tropeços começaram na montagem de sua equipe de governo, na qual figurava Romero Jucá, flagrado tramando contra a Operação Lava-Jato ao dizer em conversa telefônica que a sangria precisava ser estancada. Teve que sair da equipe de Temer, por ausência de condição moral para continuar, voltou para o Senado Federal e continuou no mesmo esforço espúrio contra a Operação.
          Outros ministros deixaram, por uma razão ou outra, a equipe de Michel Temer, mas o que interessa tratar, agora, é da conspiração canalha contra a Lava-Jato, em que boa parte dos deputados federais e senadores trabalham descaradamente. Querem aprovar anistia ampla, geral e irrestrita para os chamados crimes de caixa dois, o que, na prática, significará o sepultamento da grande devassa que o juiz federal Sérgio Moro, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal empreendem e que atinge políticos corruptos, empresas estatais, fundos de pensão e grandes empreiteiras de obras públicas. Até o momento, apesar do muito apurado, não se conhece a extensão total dos crimes cometidos. A cada passo da investigação, outros delitos e implicados aparecem, e o brasileiro constata, horrorizado, que a podridão é muito maior do que poderia sonhar em seu pior pesadelo.
          Compreensível a luta desesperada dos ratos de Brasília. O navio afunda e todos os que têm contas a acertar com a Justiça e a sociedade querem escapar, e a forma engendrada é a abominável anistia, que seria a pá de cal sobre todos os crimes cometidos pelos corruptos contra a Pátria. A piorar o quadro para as ratazanas, anuncia-se a delação premiada de executivos da Odebrecht. Dizem que será a delação do fim do mundo, que poucos deixarão de tombar no cenário político brasileiro. Fala-se que mais de cem – alguns estimam em mais de duzentos – serão atingidos pelas denúncias, e que o governo Temer será abalado até aos alicerces. Na verdade, ninguém sabe certo o que virá dessas novas delações, mas todos anteveem um abalo sísmico.
          É o preço a pagar, meus amigos. Não há outra opção. A pretendida anistia, se vier a ser aprovada, está sim será o fim do mundo, e os brasileiros não podem aceitá-la em nenhuma hipótese. Ou limpamos o País agora, seja qual for o preço, ou baixamos a cabeça como um povo desfibrado, com água nas veias, merecedor da lama de corrupção que nos afoga, e esqueçamos o assunto na resignação de gado jaguara. Que saqueiem o Brasil à vontade e padeçam os que não participam do butim.
          Soou a hora do “chega!”. Momento de voltarmos às ruas para proclamar que a anistia não passará e fazer soar o alarme nas redes sociais. É preciso que a advertência chegue, por todos os meios possíveis, aos deputados federais e senadores, de que mais esse ultraje à honra dos brasileiros honestos, essa cusparada na cara, não será aceita.

Novembro de 2016.

    

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Obrigada pai querido, acadêmico José Wanderlei Resende



Temos em comum agora mais um pedacinho da nossa história de vida…
A Academia de Letras José de Alencar, que você me apresentou, vaticinando um futuro com tanto amor para mim, agora me acolheu de forma permanente...pressentindo a promessa de um companheirismo ainda só delineado no horizonte das ideias, mas já plantado em meu coração.
Mas pai, na sua “cadeira”, que agora é minha também, jamais me sentarei sozinha, porque o amor transcende tempo e espaço… e como amálgama nos une predestinadamente.
Sim…. vejo hoje, para além da física, que é possível que dois corpos ocupem um mesmo espaço ao mesmo tempo….porque assim é matriz da nossa alma….corpo+ espírito...Pó e sopro divino.
Quanta Sabedoria em fundir pessoas que se amam, cuja separação é apenas uma miragem…
Nenhuma obra do homem é capaz de limitar o essencial, o sagrado que habita em nós.
Mas profundamente sentida ainda me pergunto, quanta dor pode caber numa emoção? Quanta saudade pode carregar um coração???
É o que dói no simples ouvir seu amado nome em fragmentos de conversas….em ler correspondências endereçadas a você, alheias à sua partida…. visualizar seus olhos em relances de lembranças ….em te ouvir me chamar dentro do meu existir …
Mas o que eu desejo neste momento, é dizer mais uma vez, obrigada pai, pelo presente da minha maturidade, que é me fazer sonhar também seu sonho poético, de viver como letra e música de uma bela canção humana, cantada por muitas vozes amigas...para inspirar sentimentos bons... mostrar caminhos novos ….iluminar os dias mais escuros ….provocar risadas leves e soltas ....libertar as lágrimas sufocadas …amenizar os sofrimentos uns dos outros.
Obrigada pai querido.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

TPN

TPN
Cardosofilho
TPM – creio que todos sabem o que significa. Pois é: tensão pré-menstrual, distúrbio que acomete algumas, ou muitas, mulheres. Muito se fala e se escreve a respeito e o tema tem provocado boas piadas. Algumas padecentes confessam que a tensão as deixam coléricas, com instintos perigosos. Agora, novo tipo de tensão está sendo identificado – o TPN.
       O que vem a ser isto?
       Significa “tensão pré-Natal” e a cada ano parece atacar mais homens. É possível que também as mulheres estejam sujeitas a ela, mas, por enquanto, os sintomas têm sido observados em homens. Vou lhes narrar um exemplo. Ernesto (nome fictício para manter o anonimato) é pequeno comerciante de materiais elétricos. Sua empresa emprega seis trabalhadores (ou, como preferem os douradores de pílulas, colaboradores). Às portas de dezembro, vive o drama de enfrentar o período natalino com falta de dinheiro no caixa para dar conta do pagamento de salários, mais o décimo-terceiro e todos os pesados encargos trabalhistas decorrentes. As vendas se arrastam, deprimidas pela crise econômica que vive o Brasil, esta por culpa vocês bem sabem de quem. Encurralado, parece ter uma só saída: pedir dinheiro emprestado ao banco. Mas empréstimo bancário, no Brasil de hoje, é quase suicídio para o devedor. Os juros são de tal modo indecentes que quem toma dinheiro emprestado passa, na prática, a trabalhar para o banco. O problema agita e esquenta sua cabeça o dia todo e não o larga nem de noite. Vai para casa e continua a buscar saída, e a cabeça dói, toma analgésico, que, por sinal, vem tomando quase todos os dias, dorme mal, levanta-se de manhã já meio prostrado, sem ânimo e alimenta-se mal por falta de apetite. Cogita até vender um dos dois carros da família, solução temporária, acredita, que, contudo, gerará novos problemas, agora no âmbito doméstico. Além do mais, desfazer-se de um carro por necessidade é confissão pública de rebaixamento social e dará lenha ao fogo dos comentários de familiares, amigos, vizinhos e, principalmente, de um concunhado invejoso e maledicente, ao qual terá de enfrentar por ocasião das festas de fim de ano e suportar, se for o caso, seu sorrisinho sarcástico e cheio de contentamento.
       Tem mais. Comemorações de fim de ano significam outras despesas. Em sua pequena empresa, Ernesto oferece um churrasco, ou jantar, de confraternização reunindo empregados, esposas e filhos. Tornou-se tradição e todos esperam por isso. Mas uma festinha dessas sairá, no barato, por dois, três mil reais, e, na crise do momento, tal gasto representará mais um prego no caixão. A opção será chamar o pessoal, explicar a dificuldade, comunicar que, neste ano, a boca-livre está cancelada e, ao final da reunião, sob o silêncio da desolação, pedir que todos deem um sonoro e forte “viva!” à Dilma Rousseff e ao PT. Mas há os gastos inevitáveis. Não dá para convocar esposa e filhos e comunicar que o Natal de 2016 mixou. Como assim? – perguntariam, e Ernesto, humilhado, teria de confessar sua quase insolvência. Não, não, é demais para seu orgulho, e tome mais analgésicos, vamos às despesas e seja o que Deus quiser!
       Por essas atribulações, anda casmurro (homenagem a Machado de Assis), irritado, respondendo mal a qualquer indagação, grosseiro até, cabisbaixo, evitando contatos sociais, e nem quer trocar ideias sobre comemoração de Natal e Ano-Novo. Se pudesse, confessa, riscaria dezembro do calendário. E se lhe argumentam que Natal é a festa em homenagem ao nascimento do Menino Jesus, responde que para isso bastaria ir a um templo e rezar, além do que o Natal virou muito mais Papai Noel da Coca-Cola, consumo desbragado e, depois da ceia, farra da juventude em boate até o Sol raiar.
       Eis, amigos, em passada rápida, a descrição de um homem afetado pela TPN. Se encontrarem alguém com os sintomas, tenham compreensão. Pode ser depressão típica de dezembro.

Novembro de 2016.
      

           

Festejando um aniversário da vovó ALJA

Um final de sessão solene emocionante

Discurso da Acadêmica Dione Mara Souto da Rosa









Posse dos novos acadêmicos

Ponderações do Acadêmico Alberto Gomes

Presidente Anita Zippin com a palavra

Diretoria Eleita para o biênio 2016 a 2017

Iniciando Sessão Solene - ALJA de aniversário

Pensando no que falta

Preparação de Sessão Solene ALJA em 22 de novembro de 2016

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Promessa

Promessa
Cardosofilho
          Pois aconteceu de novo. Mais uma vez a Boca do Brilho serve de cenário para uma crônica. Conto-lhes o caso. Depois de encontrar-me com amigos, no sábado, na Boca Maldita, fui à Boca do Brilho engraxar os sapatos. Sentei-me numa cadeira, o serviço começou e o engraxate, agora lustrador, como consta no uniforme que veste, informou-me sorrindo que não havia jornal disponível para a cortesia habitual. Respondi, que, hoje, com a abundância de informação via internet, jornais impressos quase não fazem falta e estão condenados a desaparecer, devorados pela tecnologia, destino de outras tantas coisas. Assim caminha a humanidade (título de velho e ótimo filme): morre uma época e outra nasce. Mas onde eu estava mesmo? Ah, sim, conversava com o engraxate, que lhes apresento: Aparecido, nascido em 1959, cabeça grande quase toda tomada pela calvície, óculos de aros grossos. Logo falamos dos 3 a 0 da seleção brasileira sobre os argentinos, e o assunto deu oportunidade para ele lamentar a situação de seu time, o Paraná Clube, que vai mal das pernas, no morre-não morre, mais para morre, mantendo-se com muito esforço na segunda divisão do campeonato brasileiro. Aparecido é bem-informado e esperto. Sabe que más administrações liquidaram com quase todo o patrimônio do clube, no passado um dos maiores entre os clubes brasileiros. Concordei, e acrescentei que o desastre começou em junho de 1971, quando fundiram Ferroviário, Palestra Itália e Britânia para dar lugar ao Colorado, denominação que trazia o defeito de ser apelido do Internacional de Porto Alegre e marca de televisor; que jamais deveriam ter jogado fora o nome, a camisa, a história e a mística do Clube Atlético Ferroviário, dono de numerosa e ardorosa torcida, a Boca Negra. Era o tempo do “trio de ferro” paranaense, formado por Coritiba, Atlético e Ferroviário, protagonistas entre si de rivalidades históricas e eletrizantes clássicos. Depois, em 1989, fundiram Colorado com Pinheiros, do que resultou o atual Paraná Clube, cuja camisa, metade azul e metade vermelha separadas na vertical, mais parece camisa de jóquei (por falar em jóquei, eis outro cadáver do passado: o turfe paranaense). Foi o resumo que fiz a Aparecido, da tragédia do antigo e saudoso Clube Atlético Ferroviário e do melancólico momento do Paraná Clube.
          Aparecido aproveitou a conversa e me contou, transbordando orgulho, que possui um neto, Lucas Pimentel, que promete ser craque de futebol e compensar-lhe todas as frustrações passadas, presentes e futuras. Encontra-se com onze anos, joga no meio de campo e treina na escolinha do Coritiba, e fez questão de apanhar o celular que estava carregando, desconectou-o, pôs-se a procurar a fotografia do neto, pediu desculpa pela interrupção do serviço, disse-lhe para não se preocupar, havia tempo, por fim a encontrou e, feliz, estendeu-me o aparelho para que eu conhecesse o neto. Lá estava o garoto magrinho, abraçado por Krüger, o Flecha Loira, lenda do Coritiba F.C., homenageado com bonita estátua de bronze, em tamanho natural, na entrada do estádio Couto Pereira. Segundo Aparecido, bastou seu neto Lucas Pimentel jogar quinze minutos no teste, para Krüger, observado técnico, dar-se por satisfeito e pedir ao clube que o admitisse na escolinha.
          O avô sonha com a glória futura do garoto. Segundo ele, tem tudo para dar certo como jogador profissional e, desde já, cuida de orientá-lo. Se a glória vier, traduzida em bons contratos, que não corra a comprar carro de luxo, correntes de ouro, brincos de brilhantes. Juízo, cuidado com o preparo físico, sem noitadas, sem baladas, prevenido de que a carreira é curta, vinte anos no máximo, e é preciso fazer o famoso pé-de-meia para enfrentar o futuro depois da bola.
          O amigo leitor anote o nome: Lucas Pimentel. Uma promessa que Krüger cuida de ensinar e aprimorar. Talvez venha a ser grande revelação coxa-branca daqui mais seis, sete anos. Se falhar, bem, cobremos do avô Aparecido, na Boca do Brilho, que fez a esperança brilhar também para mim.


Novembro de 2016.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Lá, onde ninguém morre


Cardosofilho
Na manhã chuvosa de 9 de novembro, recebi a notícia do falecimento de meu primo Edeval Gonçalves de Azevedo. A última vez em que tive o prazer de vê-lo deu-se em setembro de 2009, por ocasião do lançamento, em Santo Antônio da Platina, de meu livro “Conversas na Sala de Visitas”. Lá estava ele a prestigiar o evento e a ousadia literária do primo. Aparentava boa saúde, mas não sei se, já então, os primeiros sintomas da fibrose pulmonar que o matou se manifestavam. Doenças graves costumam ser assim, ardilosas como cobras. Infiltram-se sorrateiras no organismo, produzem alguns sintomas ligeiros, a presa considera que não se trata de nada importante, uma tossezinha, um mal-estar que logo passa, e toca a vida como se nada ocorresse de anormal. Até que os sintomas se agravam e a enfermidade revela toda a sua maldade e ferocidade. É o bote da cobra, e nem sempre há tempo para a cura, quando há cura. Mas não pretendo dissertar sobre a doença que o atingiu. Apenas, para pôr termo ao assunto, direi que sua enfermidade foi daquelas que embarcam no trem, sentam-se ao nosso lado e avisam que irão conosco até o fim da viagem, e aí o cidadão tem de se conformar com a companhia e arrumar um modo de conviver com ela. E, se possível, fazer alguma amizade.
          A notícia despertou-me boas lembranças. Quando ele se formou em Direito, pela Universidade Federal do Paraná, ali pelos finais dos anos 1950, quis fazer carreira em Santo Antônio da Platina. Foi para lá, alugou uma casa com vista bonita para a praça Frei Cristóvão Capinzal, situada em frente (a praça era bem mais bonita do que hoje), e convidou-me para ser, digamos, seu secretário. Seria bom arranjo para mim, um adolescente até então sem trabalho, pois cumpriria expediente só depois do almoço, após as aulas matinais no ginásio. Assim comecei a frequentar o escritório do dr. Edeval, e sentava-me a uma mesinha na saleta que dava para a porta de entrada, à espera de recepcionar os possíveis e desejados clientes. Mas eram tempos difíceis para advogado recém-formado iniciar carreira em Santo Antônio da Platina. Cidade pequena, com vários advogados renomados com escritórios havia muito instalados, oferecia reduzida chance para os novatos. Desse modo, nas tardes vazias de clientes, conversámos, e fui depositário de algumas confidências suas, na certeza de que eu era um túmulo para as revelações, virtude que me marcou na infância, deu-me fama junto a meus irmãos e me fez, a justificar a confiança de que me orgulhava, conservá-la pelo resto da vida
          A convivência não foi longa, infelizmente. Os clientes não apareciam, as contas do mês venciam, as economias que Edeval possuía, se é que as tinha, se foram, e ele fechou o escritório, entristecido e decepcionado. Não fora um bom começo, era verdade, embora qualidades não lhe faltassem. Moço muito inteligente, estudioso, de raciocínio rápido, bom argumentador e orador, carregava o ferramental necessário para o sucesso na profissão. Resolveu mudar-se para Ribeirão do Pinhal, e a decisão foi afortunada. Lá, fez carreira brilhante, constituiu família e, certa altura, deu-se o luxo de parar com a advocacia para tornar-se fazendeiro criador de gado.
          Daqueles dias de convívio no escritório em Santo Antônio da Platina, guardo a lembrança de folhear, pela primeira vez, um tratado de medicina legal, indicado por Edeval para me ajudar a passar as tardes ociosas. Esse detalhe, mais outras circunstâncias, como a mania de ser advogado que havia em minha família, acabaram me movendo para o estudo do Direito, e aí começaria outra história que não interessa aqui. Importa dizer, agora, que guardo de meu primo Edeval Gonçalves Azevedo lembrança boa, terna, daquelas que fazem bem a gente abrigar na memória. Lá, ninguém morre.


Novembro de 2016.     

domingo, 6 de novembro de 2016

Música Wilde Moreira

ILDE PEREIRA <pereirawilde@gmail.com>
Enviado: sábado, 5 de novembro de 2016 20:10:54
Para: Lafer - Celso Portugal
Assunto: Video solicitado
 
Meu amigo, Presidente, , tudo bem ?

Segue o vídeo conforme solicitado.

Gostaria de comentar que trata-se de um vídeo caseiro, feito com poucos recursos e que se destina somente a ter uma noção do meu trabalho.

At.

wpd

Área de anexos

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

ALJA: Mostarda e Águia


Regina Angelo

23:25 (Há 20 minutos)
para taniarosamim



ALJA: Mostarda e Águia

Sou a Casa de Letras
a crescer eternamente,
juntando talentos, qual pedras
justapostas harmonicamente,
com garra e seriedade.

Plantei a menor semente,
biblicamente enaltecida.
Tornou -se ela, tão somente,
ALJA, hoje aqui fortalecida,
nesta bela realidade!

Meio a muitas Casas
de Cultura, neste universo,
ousei voar alto, bater asas;
criar sonhos em prosa e verso;
levar a muitos fervor da verdade!

Venham todos meus amigos,
Venham com música e poesia.
Venham com vinho, pães e figos.
Celebremos nossa Academia,
enaltecendo nossa amizade!

Meio a muitas Casas
de Cultura, neste universo,
me encorajei a bater asas;
a criar sonhos, em prosa e verso.
Levo a muitos o fervor da verdade!

Venham todos os amigos.
Venham com música e poesia.
Venham com vinho, pães e figos.
Celebremos nossa Academia,
enaltecendo nossa amizade!


Invasões

Invasões
Cardosofilho

Vivemos tempos estranhos e difíceis, e não vai novidade na afirmação. Cícero, filósofo romano que viveu no século I a.C., diria hoje, mais uma vez: “O tempora! o mores!”  (ó tempos! ó costumes!). Vê-se que avançamos pouco por aí. Todas as épocas carregam suas dores e mazelas, e assim será até o apagar final das luzes. A verdade é que sair da cama, a cada manhã, é sempre início de uma aventura perigosa.
          Por que falo isto? Vejam, meus amigos: além dos muitos e graves problemas que o País enfrenta, por razões que todos sabem, estamos, agora, assistindo a invasões de escolas e universidades por alunos e outros e outros, em protesto contra as propostas do governo federal de reforma do ensino médio e criação de teto para aumentos dos gastos públicos (PEC 241). Segundo especialistas isentos e sem partidarismo, as propostas são boas e necessárias. Sobre educação, faz tempo que se grita contra má qualidade do ensino público brasileiro, colocado entre os piores do mundo, e é bom lembrar que nossa escola pública, se não foi primorosa no passado, foi bem melhor do que a de agora, e então não havia greves do magistério, os professores ensinavam, os alunos estudavam e o ano letivo se cumpria sem sobressaltos. Mas, se as propostas são boas, contra o que berram os estudantes? Por que invadem escolas? Por que cometem essa afronta à propriedade pública, portanto crime passível de ser combatido com reintegração de posse, pacífica, se possível, ou sob coerção policial, se necessário?
O Brasil mudou muito e não para melhor. Tempos outros. Vive-se hoje sob a influência do execrável “politicamente correto”, um pacote de imbecilidades inventado pela “intelligentzia” de esquerda e empurrado para a mente dos ingênuos e tolos sob a aparência de criação intelectual sábia e evoluída. Nesse embalo, vamos cometendo besteiras e aceitando passivamente vigarices e abusos. Esses brilhantes teóricos condenam, por exemplo, palmadas de correção nos filhos, como se um tapinha no traseiro ou na mão, em reprimenda a travessuras exageradas ou desobediência, fosse um desastre pedagógico com danosos efeitos psicológicos nas crianças; combatem ferozmente a redução da maioridade penal para dezesseis anos, como se o delinquente dessa idade fosse incapaz de avaliar a gravidade de seus atos criminosos; na esteira de tantas bobagens, o negro tem de ser chamado de afrodescendente, o pobre passou a vulnerável social, baderneiros portando bandeiras vermelhas são movimentos sociais e por aí a coisa segue, como se eufemismos idiotas pudessem alterar a realidade. O engodo intelectual culmina por reconhecer a qualquer grupelho, formado sob os mais variados e esdrúxulos pretextos, o direito de infernizar e causar prejuízos a pessoas, a uma cidade, a um estado, a um país inteiro, em nome de falsa liberdade e cidadania. Oras, se democracia for isso, então não presta.
          A confusão é grande e a permissividade toma conta. As esquerdas querem mesmo é desestabilizar o País. Tentam cumprir o que prometeram. Nascem daí as invasões de prédios públicos e escolas, interdição de ruas e rodovias, greves atrás de greves de funcionários públicos, quebra-quebras promovidos por arruaceiros escondidos sob máscaras pretas. De de outro lado, as autoridades toleram os abusos, contemporizam e amaciam, intimidadas pelos que se rotulam defensores dos direitos humanos, o quais, no fechar das contas, mais estimulam a anarquia e quebra da ordem pública do que contribuem para o avanço social. Nesse passo, a penosa luta do povo brasileiro por democracia plena, dentro dos limites da legalidade, civilidade e bom senso, corre sério risco de terminar em baderna. É os que os estudantes invasores, atuando como massa de manobra dos partidos de esquerda, sem conhecimento de causa e sem saber exatamente contra o que protestam, pretendem.

Novembro de 2016.

           

GRATIDÃO OS HEROIS DA PANDEMIA