terça-feira, 25 de agosto de 2020

NOTA DE REPÚDIO



NOTA DE REPÚDIO 
O Observatório da Cultura Paranaense, que congrega 22 entidades da sociedade civil voltadas ao desenvolvimento cultural em todas as suas manifestações, repudia veementemente a intenção do governo federal de taxar a produção de livros, conforme noticiado. Um país em que a leitura precisa ser disseminada não tem o direito de manter milhões de pessoas na escravidão da ignorância.
A mesquinha atitude, ainda que se apoie em controversos argumentos de ordem financeira, denota intenções punitivas contra a independência e a militância dos intelectuais, artistas e produtores culturais brasileiros, errando, porém, o alvo, ao elitizar o acesso à leitura e a educação, atinge aqueles que mais precisam do saber para chegar ao pleno exercício da cidadania.

Curitiba, 24 de agosto de 2020.

ACADEMIA PARANAENSE DE LETRAS
Academia de Artes, Ciências e Letras do Grande Oriente do Brasil – Paraná,
Academia de Cultura de Curitiba
Academia de Letras dos Militares Estaduais do Paraná
Academia de Letras e Artes de Pato Branco
Academia de Letras José de Alencar
Academia Feminina de Letras do Paraná
Academia Paranaense da Poesia
Academia Paranaense de Letras Jurídicas
Associação das Academias de Letras, Ciências e Artes do Paraná
Associação de Cinema e Vídeo do Paraná
Associação Literária Lapeana
Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná
Centro de Letras do Paraná
Centro Paranaense Feminino de Cultura
Círculo de Estudos Bandeirantes
Comissão de Assuntos Culturais da OAB Paraná
Ilex Editora e Produtora de Audiovisuais
Instituto Histórico e Geográfico do Paraná
Legado Tallarek de Queiroz
SemeArte Cultura
União Brasileira dos Trovadores – Seção Curitiba


segunda-feira, 17 de agosto de 2020

PARA NÃO ESQUECER ´OLAVO BILAC




https://pt.wikipedia.org/wiki/Olavo_Bilac

A morte assusta?


A morte assusta?
Não, se acontecer após termos cumprido nossas missões.
É maravilhoso ver pessoas idosas enfrentarem o final da vida serenamente.
Morrer é essencial para a sobrevivência da Humanidade quando encerramos nossas tarefas.
Todos nós podemos fazer muito, ter uma existência compensadora. É só querer pois até uma simples formiga age como a Natureza determinou. Os seres humanos nascem com um tremendo potencial, infelizmente esse “script” é afetado negativamente por acidentes e incidentes, educação etc.
Felizmente tudo é importante também, quando nascemos somos um papel em branco e até no pior deles será possível escrever bons versos, textos, frases que marcarão a todos que puderem conhecê-lo.
Lamentavelmente ainda temos uma carga emotiva e instintiva fortíssima. Talvez os “Pecados Capitais” resumam o aspecto que merece maior atenção de todos nós. Os gênios que os redigiram criaram uma base que pode ser usada para vencer a egolatria, talvez a pior das patologias humanas.
Estamos em meio de uma pandemia focada basicamente nas pessoas idosas, extremamente cruel para aqueles que farão falta. Ela abre a barriga de uma sociedade que se conduzia mais e mais para uma escala de valores perigosa. Talvez o Covid 19 eduque de forma positiva os sobreviventes. E nada indica que essa praga termine logo. Afibal é produzida por um vírus de uma espécie em evolução.
Temos que aprender e para aqueles que podem ensinar o tempo vai ficando curto.
Em pleno século 21 temos opções de comunicação extraordinárias. Desperdiçar essa fortuna será um crime.
Antes dos últimos momentos de lucidez ainda teremos o que dizer.
Não foi o que Cristo fez no Gólgota?



https://tinformando-meus-blogues.blogspot.com/

sábado, 15 de agosto de 2020

confidências literárias à poetisa Helena Kolody:


De: "Antonio Clauder Alves Arcanjo Arcanjo"
Enviada: 2020/08/14 06:40:17
Para:
Assunto: Urgente - Minhas confidências literárias a Helena Kolody (Navegos)
 
Amigas e amigos:
Seguem - ver link abaixo - minhas confidências literárias à poetisa Helena Kolody:
 
 
Singelo tributo meu a quem da Poesia foi zelosa rainha.
Boa leitura!
Clauder Arcanjo.
...

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Baile da vida

De: Elisa Monticelli <elisamm.br@gmail.com>
Enviado: terça-feira, 4 de agosto de 2020 13:49
Para: anita zippin <anitazippin@hotmail.com>
Assunto: Fwd: Poema - Baile da Vida

Olá, segue o poema...

Um abraço e ótima semana para nós.


Baile da vida

Amor da minha vida,
Na essência da força 
Voltamos à fonte.
Respiramos, seguimos.
Em pensamento, 
Flashes dos nossos momentos
Aqui e além...

A cada dia sei menos
E já nem me importa...
Nada substitui
O calor da vida que flui.

O teu amor, 
Como um abraço,
Me chama pra dança da vida
Num baile que segue sem fim,
Cada dia mais vivo,
Dentro de mim.


Elisa Monticelli

terça-feira, 28 de julho de 2020

C O M U N I C A D O


                                                 C O M U N I C A D O
                                                                                  Anita Zippin

Venho, no presente, comunicar com satisfação e alegria que...
Amanhã será um novo dia!
Que o abraço virá, que a reunião entre amigos acontecerá.
Que os sonhos se tornarão feliz realidade.
Que a vida deve ser vivida, de verdade.
Que o amor acontece nas linhas escritas e pensadas.
Que a amizade  sempre floresce .
Mesmo nas pessoas fisicamente separadas.
Que cada um passa pela prova do dia a dia.
E todos, ou quase todos, superam com maestria.
Que logo existirá o abraço amigo.
Em momento social ou cultural.
Será  inesquecível o instante.
Que marcará a vida sem igual.
Que até agora merecem a medalha da disciplina.
E a nota dez por entender que idosa não é menina.
Logo todos estarão no mesmo ninho,
Lembrando que a entrada é um abracinho.
Sim, tudo passa, eu passarinho.
Tomara venha este dia, direitinho.
Voltemos , em breve para  o encontro cultural
Repleto de belas palavras e inspiração sem igual.
Agora é o tempo da reflexão.
Sempre em boa companhia,
Música, filmes, livros, um pouco de rebeldia.
Feliz dia, bom cidadão!
Até novo comunicado de vida bem vivida, então!
(Anita Zippin, advogada, jornalista, escritora, presidente da Academia de Letras José de Alencar e diretora do Observatório da Cultura do Paraná)

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Lançamento de livro gratuito em ebook - livro Tempo de Dragões

Lançamento de livro gratuito em ebook



Valter Cardoso

08:18 (há 10 horas)
para angelpereiraAdrianoAlbertoAnitaAriAriadneCelsoCintiaDioneFranciscoHamiltonJoaquimJosanemimKeetrinLianaLilianLuislindaMariaMarioNoilvesPauloRafaelReginaRossRubensTaniaVera
Bom dia confrades amigos e amigas.
Divulgo o lançamento do livro Tempo de Dragões que organizei e que também trás a participação de dois dos nossos confrades - Liana Zilber Vivekananda e Eduardo B S Silveira. A versão do livro físico sairá no próximo mês.

Tempo de Dragões na versão ebook está de graça entre hoje e domingo (17 a 19 de julho) no site abaixo:

http://www.amazon.com.br/dp/B08CPN2FQ3

O Núcleo de Literatura e Cinema André Carneiro lançou o desafio a todos os escritores em Língua Portuguesa para criarem seus contos sobre dragões e o resultado é esta coletânea de 15 histórias.
São os mais diversos tipos de lagartos, grandes e pequenos, bons e maus, machos e fêmeas. Foi um grande volume de contos recebidos, dos quais foram selecionados os melhores para compor este livro. Além disso os organizadores concordaram em um ponto fundamental: tudo deveria ser feito com a máxima qualidade possível, desde a seleção dos textos, passando pela revisão e chegando até a diagramação. Foram seis meses de trabalho e dedicação para trazer aos leitores um livro diferenciado, trabalhado com muito cuidado, que recebeu a máxima atenção em todos os detalhes.
Há histórias incríveis, participações internacionais e muita criatividade envolvida por parte dos autores e autoras. Esperamos que apreciem. Sua aprovação é o nosso combustível para continuarmos preparando coletâneas como essa nos mais variados temas.
Além disso, esta obra teve a colaboração da Ales de Lara, que forneceu a capa e as ilustrações internas, e de Christopher Kastensmidt, que fez o prefácio.
Então, subam no lombo escamoso de seus répteis e voem pelos diversos universos de fantasia ilustrados nesta coletânea.

Divulgue aos amigos e ótima leitura!!!

anita zippin

18:03 (há 30 minutos)
para JoatanArioswaldodioneValterTâniamimAriadne
Prezados Colegas:

de parabéns este novo livro Tempo de Dragões, de autoria de Valter ,Liana e Eduardo.

Em época de más notícias, que alegria termos algo bom dos escritores paranaenses, em especial, membros brilhantes de nossa ALJA.

Sucesso , com certeza, sucesso!

saudações acadêmicas



Anita Zippin
Presidente
Academia de Letras José de Alencar

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Concurso TalentoS

Concurso Talentos

Caixa de entrada
x

lilianguinski@bol.com.br

qua., 15 de jul. 21:09 (há 1 dia)
 para mimtaniarosafcascaes@gmail.com
Peço que esta mensagem seja distriibuída aos associados ALJA. - gratidão!

Confreiras e Confrades e Amigos ALJA,

Estou inscrita no concurso Talentos FENAE/APCEF e peço a participação de você.

Conto com o carinho de todos e, após a leitura,  com o voto de cada confreira e confrade ALJA.

Abaixo os links para leitura, e/ou avaliação dos meus textos inscritos no concurso Talentos.

Brasil Brasileiro (poesia)  https://talentos.fenae.org.br/Detalhe/Literario/9542
Retalhos (poesia) https://talentos.fenae.org.br/Detalhe/Literario/9549
Agulhas de tricô (conto)  https://talentos.fenae.org.br/Detalhe/Literario/9830
A revolução das cores (conto) https://talentos.fenae.org.br/Detalhe/Literario/9612

GRATIDÃO carregadinha de saudade.

Lilian Guinski

segunda-feira, 29 de junho de 2020

terça-feira, 16 de junho de 2020

Quintal - microcosmo: As aves que aqui gorjeiam (14/6/20)



São tempos do caos-covid-pandemia.
Infecção global, ameaça invisível.
Atento, vivo modo tangível.
Aprecio, natureza, a harmonia.
As aves que aqui gorjeiam,
Pipilam aqui e acolá.
Tilreiam, vivas, natural euforia.
Ignoram a humana pandemia.
Pertencem ao todo, ao particular.
Capto suas imagens no quintal,
Grande, pequeno, tem vário animal.
Vão, vêm, pássaros aqui flanar.
Gostam, tem pêssego, ameixa, pera, limão-rosa, mimosinha,
Laranja, pitanga, amora e figo
O dia inteiro, de manhã à tardezinha,
Tem bicho fuçando, bicando, quase amigo.
As aves que aqui gorjeiam são
O sabiá, o joão-de-barro, jacu, tiê preto, bem-te-vi,
Tem saíra, pica-pau, urubu, curucaca, guaxo, gavião,

sábado, 13 de junho de 2020

VIVENDO EM PANDEMIA*

VIVENDO EM PANDEMIA* 

Jadson Porto, 10/06/2020.

Em uma conversa na academia
Sob "lives", palestras e aulas que teria
Vidas, rotinas, relações que se discutia
Em quarentena, corpos que se distancia.

Em uma conversa, Platão já dizia:
"Acontecimento que toda população alcançaria".
Que expressão essa seria?
Ele a chamou de pandemia.

Nova rotina, então se criaria
Assistir filmes, jornais e debates de maestria
Adaptar à quarentena, então, deveria!
Com máscaras e álcool conviveria.

Toques corporais não os teria
Reuniões virtuais compareceria
Ao restaurante, não mais iria
Somente comida por aplicativo pediria.

Articular ideias em pensamentos, artigos ou em poesia
Permanecer em isolamento social físico, deveria.
Mas aproximações virtuais deles não me separaria.
Em breve reencontraremos e nos abraçaremos, um dia...

Como isso aconteceu? Quem me explicaria?
Foi um vírus, Covid 19 se chamaria
Praga que a todos atingiria
Dela ninguém escaparia.

Criado em laboratório ou evolução seria?
Não importa mais Aprender a conviver com ela, é o que importaria.
Pois, agora pelo mundo se propagaria.
Milhões de infectados e mortos haveria.

Com outros vírus e doenças, já se convivia.
Chegou a Covid, tudo mudaria
Mesmo em isolamento, isolado não estaria
Afastado talvez, mas vivendo em pandemia.


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Não use máscaras


 
Não use máscaras

Antes de reclamar, leia o texto

Desde que a quarentena começou, eu tentei ficar o máximo em casa.Eu já tinha esse hábito de sair o mínimo possível entao não foi uma mudança tão drástica.

Precisei sair, por motivos pessoais sérios e me deparei com um mundo novo ou melhor com um mundo real, infelizmente.

O mundo está triste, as pessoas nos olham com medo, como se oferecessemos algum perigo, que de fato podemos oferecer, mesmo sem saber.

As máscaras nos deixam sentir um mundo mais melancólico pois não vemos o sorriso, não vemos o movimento facial e não vemos as pessoas.

Parada em uma rua observando o fluxo, me deparei com uma realidade pouco percebida por nós.USAMOS MÁSCARAS O TEMPO TODO mas elas eram invisíveis!

Sorrimos quando tristes.
Passamos batom para seduzir ou nos colorir e animar.
Não queremos que o outro nos veja como realmente somos.
Tentamos usar máscaras invisíveis por meio de palavras.
Já estamos habituados a isso e nem percebemos.
Quando percebemos nos machucamos.

O que está deixando o ar pesado e a tristeza é que por um lado estamos sendo obrigados a ver, com os olhos, o que nossa alma sempre soube.Usamos máscaras o dia todo!

Entramos em casa, fazemos a todo ritual de descontaminação mas esquecemos de tirar a máscara virtual.
A cada dia que passa, no isolamento, vamos descobrindo mais um pedacinho de nós, tirando um pouquinho dessa máscara, afinal estamos sozinhos.

Por um lado é salutar tirarmos a máscara mas por outro muitas vezes nos deparamos com alguém no espelho que nem sabemos mais quem é.
Ai vem a tristeza ou a depressão ou o medo ou o susto ou a ansiedade ou o nervosismo.
Estamos sozinhos em casa com alguém que não conhecemos mais!

Vamos as ruas e a sensação de usar a mascara acaba ficando de certa forma até confortável.
Não nos preocupamos com o mau halito, nem com o buço, nem com o sorriso e nem mesmo as palavras.

Sorte de quem consegue ver as pessoas por meio do olhar.

Desejo que tenhamos coragem para nos despir e tenhamos um mundo com mais máscaras de pano e menos máscaras na alma.

Ariadne Zippin
...

“É preciso saber viver”

“É preciso saber viver” 
Por Elisa Monticelli 

Por Elisa Monticelli



Mais do que nunca, é preciso, sim, saber viver. Mas e aí?
que a vida espera de mim?
Pode ser que estejamos costumados demais em perguntar  
“o que esperar da vida?”
E te digo: NADA! Não nascemos para esperar a
go da vida, e sim para vivê-la.
Como diria Viktor Frankl, viver é arcar com a responsabilidade
de responder adequadamente às perguntas da vida, através do cumprimento
das tarefas colocadas por ela a cada um de nós.
Ou seja, a vida pede AÇÃO. Mas, e agora com essa tal de quarentena?
Ora, ora, a vida é dinâmica, meu caro leitor, e a cada hora
 a cada um de nós ela pede algo.
 O que ela pede de você gora? Ah, Elisa, sei lá, não escuto nada, só vejo o caos se
formando lá fora...estou preocupado demais, estou com edo futuro...

e parece que ainda vai piorar né? Será o apocalipse? Pode ser que sim,
mas pode ser que não.
Tudo muda o tempo todo no mundo”. Pergunte, silencie  escute.
Ao perguntar, lembre- se de estar pronto para gir, pois sim, certamente ela lhe pedirá uma ação.
Então aprume- se e pergunte. Pergunte realmente desejando
uvir a resposta: VIDA, O QUE VOCÊ ESPERA DE MIM?
Eu não tenho como adivinhar o que ela lhe pedirá, mas a
mim ela respondeu “deixe o seu coração falar”. Confesso
 que meu primeiro impulso foi devolver com outra pergunta
- “como?” - ela me sorriu e ainda respondeu:
“apenas faça”. E aqui estou eu. Do meu coração ao seu coração.
n.a.: Respire profundamente 3 vezes, pergunte
e solte-se da necessidade de ter a resposta no seu tempo.
 Esteja atento, sem ser marrento; a vida é sábia.
Concentre-se no bem, e lembre que, o discernimento mora no silêncio.


* Elisa Monticelli é consultora em melhoria de processos e escritora.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

ABSURDO

ABSURDO
Planeta Terra, 2020
“É tão válido representar um modo de
aprisionamento por outro, quanto representar
qualquer outra coisa que de fato existe
por alguma coisa que não existe”.
Daniel Defoe.
(In “A Peste”- Albert Camus, 1947).


Se hoje a nossa existência é um pélago profundo, 
tudo ao nosso redor nos abate e amedronta,
invisível algoz nos castiga e afronta
com a dor mais cruel dentre os males do mundo;


Se vedado é o viver em convívio fecundo,
virulento, aleatório, o morrer nos confronta
 essa ausência do amor que, liberto, desponta,
é de o homem cismar, sério e meditabundo:


- É mister que se feche a caixa de pandora!
Antes, deixe-lhe o fundo o brilho da esperança
por um retorno à paz, farol da liberdade.


Canto o instante feliz que bem próximo aflora,
pois purgado é o sofrer, e o direito à bonança
por merecer já o fez a pobre humanidade.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Esperança

 ESPERANÇA
                            
                                Triste o recado deste momento
                                porém o sol continua nascendo
                                O outono, com as folhas caindo 
                                Mas nós não estamos saindo
                                ...e as horas sempre crescendo

                                
                                 A tarde sempre na hora certa
                                Nos empurrando afazeres em vão
                                Brilham os tons das folhas caindo
                               e seu trabalho a forrar o chão

                             Nos preparando para frios doentes
                             e notívagas estrelas cadentes
                             Vislumbramos à distância o vento
                             com bem suave melodia dolente

                            A primavera quase reinou silente
                            com a promessa do nosso viver
                            Na angústia do dia presente
                          Terá a promessa do amanhecer

                          E quando a liberdade voltar
                          Com  certeza que as flores abrirão
                          esperança e alegria não irão faltar
                          Rosas e jasmins, a presença do verão


                      Tânia Rosa F. Cascaes
Diretora de Cultura da Academia de Letras José de Alencar
                           Em maio de 2020

GRATIDÃO OS HEROIS DA PANDEMIA